A Ocean Winds, uma empresa internacional de energia eólica offshore sediada em Madrid, na Espanha, começou a desenvolver em Viana do Castelo o seu projeto Wind Experts. Este programa de educação tem como objetivo a sensibilização dos estudantes do 5 º e do 6 º ano sobre as mudanças climáticas e os benefícios do uso de fontes renováveis de energia, como a eólica offshore.
Esta ação faz parte do compromisso da Ocean Winds de investimento social nas comunidades e, especialmente, nas gerações mais jovens. Por isso, com o apoio da Câmara Municipal de Viana, será a vez do Agrupamento de Escolas da Abelheira aderir ao projeto. Na última semana, Daniel Ribeiro, gestor de ativos do WindFloat Atlantic, já teve a oportunidade de visitar a escola e conhecer os jovens estudantes, assim como de explicar o que é a energia eólica offshore e como as turbinas eólicas produzem eletricidade.

A visita da Ocean Winds foi efetuada como encerramento do ciclo educativo de duas sessões virtuais que os estudantes realizaram com o professor, no âmbito da disciplina curricular de Cidadania e Desenvolvimento. Durante estes cursos, os estudantes aprenderam, através de materiais interativos, sobre os problemas das mudanças climáticas atuais e qual o papel das energias renováveis, e como podem contribuir de uma forma divertida. Depois destes cursos, os estudantes irão participar numa competição internacional, onde irão criar os seus próprios modelos de turbinas eólicas, utilizando materiais reciclados, da forma mais inovadora e funcional possível, em equipas diferentes, enquanto gravam todo o processo.
Todas as equipas irão submeter o vídeo do processo de construção dos modelos e a Ocean Winds irá selecionar, posteriormente, uma equipa vencedora por país. A equipa vencedora será premiada com ipads para cada membro, por ter construído a melhor turbina eólica com materiais reciclados e por ter demonstrado a sua criatividade, e a sua escola receberá um prémio de 3 mil euros. Depois, a escola vencedora desse país terá a oportunidade de participar numa final internacional, onde o vencedor global será escolhido e ganhará 3 mil euros adicionais.
José Miguel Pinheiro, gestor da Unidade de Negócios do Sul da Europa da Ocean winds e diretor de projeto do WindFloat Atlantic justificou o projeto de sensibilização em Viana uma vez que “acredita no potencial eólico offshore português”. “Temos orgulho em sermos pioneiros na jornada eólica offshore portuguesa. Como WindFloat Atlantic, continuaremos a trabalhar com os nossos fornecedores e comunidade, para o nosso objetivo principal: promover o retorno local enquanto fornecemos energia”, garantiu.
A Ocean Winds está atualmente presente em Portugal através do projeto WindFloat Atlantic, o primeiro parque eólico flutuante semi submersível do mundo, localizado na costa norte de Portugal, a cerca de 20 quilómetros de Viana.
O projeto vencedor da II EPIC Hackathon será revelado esta quarta-feira, dia 1 de abril, pelas 11h15, numa sessão que decorrerá na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
O Centro Social da Paróquia de Santa Marta recebeu, recentemente, o Orfeão da União do Porto para uma atuação memorável, dedicada às valências da área da infância e do Centro de Dia.
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Vila Nova de Cerveira vai receber, no próximo dia 2 de maio, às 15h30, o espetáculo “A Dama e o Vagabundo – O Musical”, uma produção dirigida ao público familiar que promete animar o fim de semana no Palco das Artes de Vila Nova de Cerveira.
A patinagem artística esteve em evidência em Fafe, no fim de semana, com a EDV a alcançar um desempenho de excelência no Campeonato e Torneio Nacional de Show e Precisão, ao conquistar o primeiro lugar em todas as categorias em que participou.
A Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, inaugura no próximo dia 10 de abril a exposição “O Portugal de Todd Webb”, uma mostra inédita em Portugal que reúne fotografias captadas pelo reconhecido fotógrafo norte-americano Todd Webb durante as suas viagens pelo país entre as décadas de 1970 e 1980.
O presidente da direção dos Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez alertou para a inadequação do atual modelo de combate a incêndios rurais, defendendo a sua reformulação face ao aumento de ocorrências fora do período considerado crítico.