Os primeiros indicadores da campanha de vindimas de 2024 nos vinhos verdes apontam para uma excelente qualidade, "que há muito não se via na região", segundo a presidente da Comissão de Viticultura, Dora Simões.

Para a dirigente, está a ser “um ano particularmente bom na região do vinho verde”, pela pouca incidência de doenças na vinha, por a uva ter bastante qualidade e por ter havido uma boa nascença e produção”.
Falando hoje aos jornalistas quando acompanhava, em Penafiel, no distrito do Porto, uma ação de fiscalização da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), previu que a quantidade de uvas da campanha de vindimas este ano seja semelhante à alcançada em 2022, apesar de ainda ser cedo para se avançar com dados mais rigorosos.
“Temos que ir vendo, porque a vindima ainda não atingiu o seu pico, que acontecerá na semana que vem, com as zonas de maior volume”, sinalizou.
Referindo-se à zona do Alvarinho (Monção e Melgaço), onde as vindimas estão um pouco mais avançadas, a presidente da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) anotou que a “qualidade é excelente e a produção é boa”, o que constitui uma notícia positiva, “porque são vinhos muito valorizados”.
“Estes vinhos de casta, como o alvarinho, o loureiro e o avesso, permitem ao vinho verde elevar o patamar do preço médio da região e é isso que nós queremos”, anotou, indicando que essa é a estratégia da CVRVV que anseia por “uma escalada do preço médio de venda e na qualidade das marcas”.
Esse representará, insistiu, o caminho a seguir para combater o declínio do consumo de vinho a nível mundial, num contexto em que “a procura do branco tem estado a aumentar”, representando “uma vantagem para o vinho verde”.
O Brasil é para a dirigente um bom exemplo, um mercado onde o consumo de vinho verde português está a aumentar este ano cerca de 30%, em linha com o crescimento que já se observou em 2023, acima dos dois dígitos.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.