Assente numa estratégia de proteção e prevenção da floresta contra incêndios, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira está no terreno com a execução de faixas de gestão de combustível da rede secundária, ao longo de 46 hectares, distribuídos por nove freguesias do concelho.

As freguesias abrangidas por esta intervenção liderada pelo Serviço Municipal de Proteção Civil são Sopo, Gondarém, Covas, União de Freguesias (UF) de Candemil e Gondar, Mentrestido, Sapardos, Cornes, UF de Reboreda e Nogueira e UF de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe.

A medida dá cumprimento ao estipulado pelo Decreto-Lei 82/2021 de 13 de outubro, conforme estipulado no Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios em vigor.
A Academia Sénior esteve em destaque num encontro realizado esta quarta-feira na Universidade Politécnica de Viana do Castelo, com a participação de representantes da Universidade da Catalunha.
A preparação de uma possível candidatura do Rio Minho transfronteiriço a Reserva da Biosfera da UNESCO vai estar em debate numa sessão pública marcada para 23 de outubro, às 16h00, hora portuguesa, no Centro Sociocultural de Tui, na Galiza.
O vereador da Inovação da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Ricardo Rego, recebeu uma delegação do Município de Săcele, na Roménia, liderada pelo presidente da Câmara, numa visita dedicada à partilha de boas práticas em regeneração urbana.
Viana do Castelo recebe, até 17 de outubro, o III Campeonato do Mundo de Pesca à Bóia Mar, que decorre no Passeio Pedonal do Rio Lima.
O regresso da Taça de Portugal de futebol ao Estádio Dr. José de Matos e a realização do VII Torneio José Natário, hóquei em patins, são dois dos destaques da agenda desportiva de Viana do Castelo para o fim de semana de 16 a 18 de outubro. O programa inclui também futsal, caminhada e vela.
Viana do Castelo recebeu, esta quarta-feira, a Jornada Cooperação e Criação de Valor do projeto INOVSEA OFFSHORE, que deu a conhecer empresas e tecnologias ligadas às energias renováveis marinhas.
O cancro primário do fígado é uma das neoplasias com evolução epidemiológica mais desfavorável neste século. Tal como a doença hepática crónica que habitualmente o precede, o cancro do fígado evolui frequentemente sem sintomas durante um longo período.