A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira decidiu aumentar o valor atribuído às bolsas de estudo para o ensino superior em 300 euros, passando para uma prestação anual de 1500 euros. No total, são dez os alunos cerveirenses que vão poder beneficiar deste incentivo, mediante o preenchimento dos requisitos de acesso predefinidos.

A iniciativa pretende apoiar alguns agregados familiares, para fazer face às despesas com os estudos dos filhos, atendendo à atual conjuntura socioeconómica.
A introdução desta melhoria nas condições de atribuição obrigou a uma revisão do regulamento municipal de concessão das bolsas de estudo para alunos do ensino superior, extensível aos cursos com mestrado integrado, entretanto aprovada em reunião de câmara, na passada quinta-feira, encontrando-se agora em consulta pública por um período de 30 dias para a recolha de sugestões.
Rui Teixeira, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, sublinhou que o objetivo do município “passa por conceder mais oportunidades de acesso ao ensino superior, promovendo o sucesso educativo e o êxito escolar. Os municípios não podem, nem devem, eximir-se das suas responsabilidades na educação dos seus residentes. Com a concessão das bolsas de estudo aos alunos que comprovem a sua necessidade, a autarquia possibilita a continuidade dos estudos de jovens oriundos de famílias mais vulneráveis e a formação de quadros técnicos superiores que possam contribuir, no futuro, com o seu trabalho e dedicação, para o desenvolvimento social, económico e cultural do concelho”.
Para o acesso ao apoio, os interessados têm de residir no concelho de Vila Nova de Cerveira “há mais de cinco anos”, ingressar ou frequentar um curso de ensino superior reconhecido oficialmente e ter comprovada a insuficiência de recursos económicos. Para além disso, só pode concorrer quem não for titular de curso de ensino superior e não tiver mais de 35 anos, à data da primeira matrícula.
Segundo o regulamento, também é necessário ter aproveitamento escolar. No caso de ingresso no ano letivo 2022/2023, o candidato deve ter uma média igual ou superior a 14 valores e, se já frequentar o ensino superior, deve ter uma média igual ou superior a 12 valores, devidamente comprovada. Os candidatos devem ainda disponibilizar-se para a realização de 70 horas de trabalho comunitário em atividades ou serviços da Câmara Municipal na área de formação frequentada ou outras.
A concessão das bolsas de estudo para o ensino superior será anual, com a abertura de concurso específico divulgado por anúncio público.
O Colégio do Minho celebrou 84 anos de existência num encontro que reuniu alunos, famílias, professores e responsáveis da instituição. A celebração destacou o percurso da escola, a preservação da sua identidade católica e a ligação à Diocese de Viana do Castelo, que se prepara para assinalar os 50 anos da sua criação.
A cooperação turística entre o Alto Minho e a Galiza esteve em destaque no XVIII Congresso Internacional de Turismo — ITC’26, que decorreu nos dias 1 e 2 de outubro, na Universidade de Vigo, com a participação de mais de uma centena de especialistas de quatro continentes.
A empresária Patrícia Martins, fundadora da CANEVI, recebeu a Medalha de Mérito Grau Prata do Município de Vila Nova de Cerveira, numa homenagem ao seu percurso no comércio de calçado e à aposta no empreendedorismo digital.
Portugal assinala esta segunda-feira, 5 de outubro, os 116 anos da Implantação da República, acontecimento que pôs fim à Monarquia Constitucional e abriu um novo ciclo na história do país.
Portugal garantiu o apuramento para os quartos de final da Liga das Nações ao vencer a Noruega por 2-1, no Estádio do Dragão. A seleção nacional somou a quarta vitória em quatro jornadas, num encontro em que João Cancelo e Gonçalo Ramos marcaram os golos da reviravolta.
O filme “O Legado em Cada Gesto – Romaria d’Agonia”, produzido pela VianaFestas, conquistou o Silver Award na categoria Tourism Products no Terres Travel Festival – Films & Creativity 2026, realizado em Tortosa, Espanha.
Chamemos-lhe António. Tem 82 anos. Não existe exatamente — ou, melhor, existe em muitos dos doentes que se sentam à minha frente.