O ciclista Iúri Leitão foi eleito o melhor atleta português nos prémios da Associação dos Comités Olímpicos Nacionais (ANOC), depois de ter conquistado duas medalhas nos Jogos Olímpicos Paris2024, uma das quais de ouro.
Leitão tornou-se, ao lado de Rui Oliveira, o primeiro português a sagrar-se campeão olímpico fora do atletismo, com a dupla a vencer o madison, já depois de o ciclista de Viana do Castelo ter conquistado a prata em omnium.
O ciclista português, de 26 anos, esteve ausente dos ANOC Awards, com o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Delmino Pereira, a receber o galardão por Iúri Leitão no Centro de Congressos do Estoril.

Os ANOC Awards premiaram excecionalmente o melhor atleta português em Paris2024, num ‘piscar de olho’ ao comité nacional responsável por acolher a 27.ª Assembleia Geral da Associação dos Comités Olímpicos Nacionais (ANOC).
Depois de ter sido a primeira medalhada de Santa Lúcia, ao vencer surpreendentemente os 100 metros em Paris2024, com um novo recorde nacional, Julien Alfred foi eleita a melhor atleta feminina.
“Foi fantástico [regressar a Santa Lúcia]. Só ver o amor e o apoio que recebi dos meus concidadãos foi incrível. Motivou-me ainda mais para a temporada 2025 saber que tenho o apoio total do meu país”, disse Julien Alfred, à agência Lusa, reconhecendo haver mais crianças a tentar seguir os seus passos, em especial com a ajuda da sua fundação.
O prémio masculino foi entregue a outro velocista, Letsile Tebogo, que se tornou o primeiro campeão olímpico do Botsuana, ao vencer os 200 metros, conquistando ainda a medalha de prata nos 4×400 metros.
“Fui sempre recebido como herói no regresso a casa. É sempre incrível para mim voltar a casa e inspirar muitas crianças lá. Um dos grandes objetivos que tenho é inspirar crianças com o que faço e fazê-los acreditar no que eles estão a fazer”, disse, à Lusa, Tebogo, que acredita que ainda “há muito mais para vir” na sua carreira.
A melhor equipa feminina em desportos individuais foi a britânica de ciclismo de pista, que conquistou o sprint com três recordes mundiais, enquanto a equipa japonesa de ginástica artística venceu o prémio masculino, após ter conquistado o ouro, com uma recuperação incrível, ao ter entrado para o aparelho final a três pontos do primeiro lugar.
A Itália, que perdeu apenas um set no caminho para o ouro, recebeu o galardão para a melhor equipa feminina, com a Dinamarca, campeã no andebol, a ser eleita o melhor conjunto masculino.
Os velejadores austríacos Lara Vadlau e Lukas Mahr receberam o prémio para a melhor equipa mista em desporto individual, depois de vencer a classe de 470 em Paris2024, na qual os portugueses Carolina João e Diogo Costa foram quintos.

O Prémio ANOC para carreira de excelência foi entregue à canoísta neozelandesa Lisa Carrington, que, em Paris2024, somou três medalhas de ouro ao seu enorme palmarés, chegando aos oito títulos olímpicos.
Também o chinês Ma Long foi galardoado com o Prémio ANOC para carreira de excelência, depois de ter somado o sexto ouro no ténis de mesa em Paris2024, na prova de equipas, sendo ainda o único bicampeão mundial na modalidade.
O Comité Olímpico Francês foi eleito como o melhor de 2024, ao terminar no quinto lugar do quadro de medalhas dos ‘seus’ Jogos Olímpicos, com um recorde de 64, quase o dobro das conquistadas em Tóquio2020.
Foram ainda galardoados alguns Comités Olímpicos Nacionais por terem ganhado uma medalha pela primeira vez em Jogos, entre os quais Cabo Verde, que festejou o bronze do pugilista David Pina nos 51 kg.
O Prémio de Contribuição para o Movimento Olímpico foi entregue à norte-americana Anita DeFrantz, medalha de bronze no remo em Montreal1976, que foi vice-presidente do Comité Organizador dos Jogos Olímpicos Los Angeles1984, e auxiliou a organização de Atlanta1996 e dos Jogos de Inverno Salt Lake City2002, sendo ainda conselheira para Los Angeles2028.
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