A cooperativa VianaPescas alertou o próximo Governo para a necessidade de ser corrigido o diploma que define a área de afetação para as energias renováveis ‘offshore”, que prejudica “o maior local de pesca de Viana do Castelo”.

Em comunicado, a cooperativa, com sede em Viana do Castelo, avisa que, se tal não acontecer, desencadeará “iniciativas públicas e conflituosas com o intuito de retificar a área definida”.
Para a Vianapesca, “são claras as orientações da Comissão Europeia” sobre a produção de energia ‘offshore’, ao estabelecer que deve acontecer “só com acordo do setor da pesca”.
“Em última instância recorreremos ao Tribunal Europeu, de forma a preservar uma atividade ancestral e manter ativas as comunidades piscatórias”, acrescenta a nota.
A VianaPesca realça “que as embarcações de pesca profissional têm licença, emitida pela administração, para exercer a atividade nestas áreas, com diversas artes de pesca, de acordo com as características das embarcações”.
Em fevereiro, aquando da publicação do Plano de Afetação para as Energias Renováveis Offshore (PAER), em Diário da República, a VianaPescas apelou o primeiro-ministro [Luís Montenegro] para corrigir o diploma.
“Todas as associações do Norte estão unidas para responder a esta traição”, revelou na altura à Lusa Portela Rosa, que representa a cooperativa de produtores de peixe de Viana do Castelo, com cerca de 450 associados.
De acordo com os pescadores, o PAER prejudica “o maior local de pesca de Viana do Castelo, conhecido localmente como ‘os secos de Viana’”.
O PAER reduziu a área norte e eliminou a área sul de Viana do Castelo como possíveis zonas de exploração de energias renováveis relativamente a uma primeira versão do documento.
O plano prevê uma área total para exploração de 2 711,6 quilómetros quadrados (km2), valor que inclui uma área de 5,6 km2 na Aguçadoura (Póvoa de Varzim), para instalação de projetos de investigação e demonstração não comerciais, o que representa uma diminuição de 470 km2 face à proposta submetida a discussão pública.
Assim, prevê-se uma área de 229 km2 em Viana do Castelo, para uma potência de 0,8 gigawatts (GW), 722 km2 em Leixões (2,5 GW), 1.325 km2 na Figueira da Foz (4,6 GW), 430 km2 em Sines (1,5 GW) e 5,6 km2 em Aguçadoura.
Valença recebeu uma delegação italiana ligada às Fortalezas Venezianas para uma visita de trabalho dedicada à gestão e conservação do património fortificado, no âmbito da preparação da candidatura conjunta de Valença, Almeida e Marvão a Património Mundial da UNESCO.
Mais de 80 pessoas contribuíram, em Tui, para identificar os valores naturais e culturais a preservar e os desafios da candidatura à UNESCO para a criação de uma Reserva da Biosfera Transfronteiriça do Rio Minho. A poluição, as espécies invasoras e a necessidade de garantir uma gestão com participação da população estiveram entre as preocupações apresentadas.
A CP – Comboios de Portugal estreia, nos dias 7 e 8 de novembro, o Comboio Histórico a Vapor Templário, uma nova experiência turística que liga o Entroncamento a Tomar, combinando património ferroviário com recriações da história da Ordem do Templo.
Operação decorre entre 30 de outubro e 1 de novembro e abrange as principais vias de circulação do continente, com especial atenção à prevenção da sinistralidade rodoviária.
Juvenal Rodrigues, de Viana do Castelo, criou o Universo Zé Traquina, uma aplicação educativa gratuita, em português de Portugal, destinada a crianças do 1.º ciclo. A plataforma já está disponível na Google Play Store.
O auditório da Sociedade de Instrução e Recreio Darquense (SIRD) recebe este sábado, 31 de outubro, a partir das 19h00, a festa «Halloween na Melodia Assombrada». A entrada e as atividades são gratuitas, sem necessidade de inscrição prévia.
O Elevador de Santa Luzia, em Viana do Castelo, vai estar temporariamente encerrado entre 9 e 27 de novembro, devido à realização de trabalhos de manutenção do equipamento.