Os distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo vão estar esta sexta-feira sob aviso amarelo devido à chuva por vezes forte e à trovoada, revelou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
O aviso amarelo emitido pelo IPMA é para o mesmo horário nos quatro distritos: entre as 00h00 e as 15h00 de sexta-feira, devido a “aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada”.
O IPMA alerta que “a ocorrência de precipitação forte, nos próximos dias, em regiões que ficaram vulneráveis após os incêndios recentes, com a consequente perda de coberto vegetal, aumentam o risco associado a potenciais escorrências”.
Para esta sexta-feira, está prevista “a ocorrência de aguaceiros que poderão ser fortes nas regiões do Norte e Centro, em especial no Minho e Douro Litoral e nas zonas montanhosas, podendo ainda ocorrer trovoada, embora com baixa probabilidade”, detalha o IPMA.
O instituto diz estar em causa uma “depressão centrada a oeste do território do Continente e de um vale depressionário em altitude com deslocamento para sul/sudoeste”, que leva a prever, para a tarde de hoje, “a ocorrência de aguaceiros dispersos, por vezes acompanhadas de trovoada e rajadas convectivas, sendo mais prováveis no interior”.
“A instabilidade atmosférica prevista para esta tarde cria condições ao nível local para que os incêndios em curso possam originar nuvens do tipo pirocúmulo [nuvem densa, também designada por nuvem de fogo], que têm potencial para alterar o regime de ventos no local”, acrescenta.
Na sequência “dos violentos incêndios foi gerada uma pluma de cinzas de enormes dimensões que, para além da expansão sobre o Atântico, atingiu a zona norte da Península Ibérica, com impacto na qualidade do ar”, refere ainda o IPMA.
“Com a rotação prevista do vento para o quadrante oeste durante o fim de semana, uma parte desta pluma a oeste do território continental irá ser advectada [deslocação de uma massa de ar no sentido horizontal] novamente para as regiões Norte e Centro”.
Tal pode “atingir o interior destas regiões e influenciar a qualidade do ar”.
De acordo com o IPMA, o aviso amarelo é emitido quando se prevê uma “situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica”.
Várias estações e apeadeiros da Linha do Minho vão sofrer obras de ampliação das plataformas já este ano e ao longo de 2027, com o objetivo de garantir que os comboios Intercidades possam parar em segurança e com melhores condições para os passageiros.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira promoveu uma sessão dedicada ao tema “Oportunidades que Fazem a Diferença”, integrada na Semana Aberta do Agrupamento de Escolas do concelho, reunindo cerca de 200 alunos da Escola Básica e Secundária no Palco das Artes.
As unidades hoteleiras da região do Porto e Norte de Portugal apresentam níveis de reserva “em linha com 2025” para a época da Páscoa, com taxas de ocupação a rondar os 80% a poucas semanas da data, revelou o presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP), Luís Pedro Martins.
Na madrugada do próximo domingo, 29 de março de 2026, Portugal continental e a Região Autónoma da Madeira fazem a transição para o horário de verão. A mudança ocorre às 01h00, momento em que os relógios devem ser adiantados uma hora, passando automaticamente para as 02h00.
A iniciativa “Páscoa Doce” regressa ao centro histórico de Viana do Castelo entre os dias 27 de março e 6 de abril, trazendo uma programação diversificada que alia celebração religiosa, tradição e animação cultural. A organização é da Câmara Municipal, em parceria com a Associação Empresarial do Distrito e a Diocese de Viana do Castelo.
Ponte de Lima volta a afirmar-se como palco de referência da canicultura em Portugal com a realização da IX Exposição Canina Nacional e da VIII Exposição Canina Internacional do Alto Minho, agendadas para os dias 18 e 19 de abril de 2026, no Pavilhão de Feiras e Exposições da Expolima.
A Casa do Conhecimento de Ponte da Barca acolheu a sessão “Territórios de Fronteira, Lugares de Encontro”, uma iniciativa dedicada à análise dos territórios raianos enquanto espaços de cooperação, proximidade e construção coletiva.