Lisboa é o distrito que mais verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) recebeu, sobretudo para a área do investimento e inovação, somando, até agora, 1.177 milhões de euros, foi anunciado.

A seguir ao distrito de Lisboa, as regiões que apresentam os maiores valores pagos pelo PRR são o Porto (887,7 milhões de euros), Braga (351,4 milhões de euros), Aveiro (317,7 milhões de euros), Açores (279,9 milhões de euros) e Setúbal (242,3 milhões de euros).
Abaixo disto estão Coimbra (189 milhões de euros), Leiria (186 milhões de euros), Madeira (184,8 milhões de euros), Santarém (140,3 milhões de euros), Faro (124,6 milhões de euros) e Viseu (123,6 milhões de euros).
Com valores recebidos abaixo de 100 milhões de euros estão Viana do Castelo (71,9 milhões de euros), Castelo Branco (70,6 milhões de euros), Beja (69,5 milhões de euros), Vila Real (68,3 milhões de euros), Portalegre (56,5 milhões de euros), Évora (55,7 milhões de euros), Bragança (46,8 milhões de euros) e Guarda (34,6 milhões de euros).
De acordo com os últimos dados divulgados, o distrito de Lisboa tem perto de 4.439 milhões de euros aprovados, 4.338 milhões de euros contratados e 1.177 milhões de euros pagos.
Entre os vários projetos, destacam-se os que se inserem na componente de investimento e inovação, com 132 aprovados e quase 318 milhões de euros pagos.
Depois aparecem as componentes da habitação (251 milhões de euros) e qualificações e competências (quase 130 milhões de euros).
No sentido oposto está a componente qualidade e sustentabilidade das finanças públicas, que não tem qualquer valor pago.
Ainda dentro deste distrito, surge a liderar o concelho de Lisboa, com 721 milhões de euros pagos.
Seguem-se Oeiras (103 milhões de euros), Amadora (perto de 83 milhões de euros), Loures (59 milhões de euros), Sintra (48 milhões de euros) e Cascais (47 milhões de euros).
No fundo da tabela estão Sobral de Monte Agraço (556.851 euros), Cadaval (1,3 milhões de euros) e Lourinhã (dois milhões de euros).
O PRR, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.
Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.
Com a chegada de maio, volta a repetir-se um dos costumes mais antigos e simbólicos da cultura popular portuguesa: a colocação das “maias” nas portas e janelas das habitações. De Norte a Sul do país, sobretudo em zonas rurais, ramos de giesta amarela são usados para assinalar a entrada no mês de maio e afastar o chamado “mau olhado”.
O Café Concerto do Teatro Sá de Miranda acolhe, esta quinta-feira, 30 de abril, às 21h30, uma mesa-redonda subordinada ao tema “Nas guerras dos ricos morrem os pobres”, iniciativa promovida pelo coletivo informal PELA PAZ.
O atleta Usumane Djumo, em representação do Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa ao Algarve este fim de semana para participar na 5.ª edição do Meeting de Atletismo de Albufeira by AP Victoria Sports, que assinala o arranque oficial da época ao ar livre na região.
A Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, em reunião ordinária do executivo municipal, um conjunto de apoios financeiros às Juntas e Uniões de Freguesia do concelho, no valor global de 252.800 euros.
Vila Nova de Cerveira assinala o mês de maio com um conjunto de iniciativas que valorizam a gastronomia local, a tradição e o património cultural do concelho, com destaque para o Debulho de Sável à Cerveirense e para a iniciativa popular “As Maias”.
A empreitada de reabilitação das coberturas do Palácio da Justiça de Ponte da Barca foi oficialmente consignada na manhã de segunda-feira, marcando o início de uma intervenção há muito aguardada naquele edifício público.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana (TN-CDV) estreia, em maio, o espetáculo “Que Palavra é Esta?”, uma criação dirigida a alunos do 1.º ciclo do ensino básico que será apresentada em 17 escolas do concelho de Viana do Castelo, abrangendo mais de 1.800 crianças.