O historiador Manuel Loff irá proferir uma conferência intitulada “50 anos depois do 25 de Abril, o modelo português de democracia em perigo”, no próximo dia 22 de abril, pelas 18h30, no polo de Monserrate da União de Freguesia de Santa Maria Maior, Monserrate e Meadela, na Alameda João Alves Cerqueira.
A conferência é organizada pelo CER – Centro de Estudos Regionais e integra o programa das Comemorações do 25 de Abril, em Viana do Castelo.
Manuel Loff é professor de História Contemporânea da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador no Instituto de História Contemporânea e no Centre d’Estudis sobre Dictadures i Democràcies (Barcelona).
Tem investigado sobre fascismo e neofascismo, revoluções e processos de transição autoritária e democrática e estudos da memória coletiva do antifascismo, do colonialismo, da ditadura e da Revolução do 25 de Abril. É autor de vários livros e colunista do jornal diário Público.
A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) recebeu 84 novos profissionais, entre médicos e farmacêuticos, reforçando significativamente as equipas hospitalares da região.
A Águas do Alto Minho (AdAM) anunciou dois concursos públicos que totalizam mais de 5,2 milhões de euros para obras de abastecimento de água e saneamento nos concelhos de Viana do Castelo e Ponte de Lima.
O período de Ano Novo foi marcado por acidentes graves e centenas de detenções por álcool em Portugal, mas, apesar da intensa circulação nas estradas, o distrito de Viana do Castelo não registou vítimas mortais.
O Darque Kayak Clube (DKC) terminou o Ranking Nacional de Clubes 2025 em 19º lugar, com 75,9 pontos, quando poderia ter alcançado a 12ª posição se tivesse organizado uma competição.
Lisboa recebe hoje, sábado, dia 3 de janeiro, o confronto entre Atlético CP e Santa Luzia, marcado para as 17h30 na Tapadinha, em jogo da 12.ª jornada da Liga Feminina Placard.
Leiria, Viana do Castelo, Braga, Porto e Porto de Mós foram palco, nos últimos dias, de uma operação da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) que culminou na apreensão de 21 carcaças de animais e na instauração de cinco processos-crime por abate clandestino.
Treze pessoas morreram nas estradas portuguesas durante o período de Ano Novo, enquanto 470 condutores foram detidos por condução sob efeito de álcool, segundo dados da PSP e da GNR.