A Câmara Municipal de Viana do Castelo promove a III Eco Maratona, dia 23 de novembro, como forma de comemorar o Dia Nacional da Floresta Autóctone. Após as duas primeiras edições, realizadas em Montedor, na freguesia de Carreço, este ano a iniciativa irá decorrer em Afife, na Praia do Caracol.

A freguesia de Afife foi o local escolhido para a realização desta terceira edição por representar elevado valor natural e por necessitar de intervenção para a propagação das espécies vegetais consideradas exóticas invasoras, destacando-se a Carpobrotus edulis, conhecida pelo nome comum de chorão-das-praias, e a Acacia longifólia, conhecida por acácia de espigas. Estas espécies devem ser controladas, para assim, garantir melhores condições para o desenvolvimento das espécies nativas e da biodiversidade.
Para esta iniciativa, de cariz solidário que tem inicio marcado às 9h30, estão destacados 120 alunos da Escola Básica 2,3 Dr. Pedro Barbosa. A entrega de prémios aos três primeiros classificados é às 11h30.
Os participantes vão ser divididos em grupos para que no menor tempo possível, consigam arrancar as invasoras instaladas em áreas previamente delimitadas e procederem à arborização dessas mesmas áreas com espécies autóctones.
Dadas as condições edáficas do local, com predominância de areias, e à proximidade do mar, a escolha da espécie é Pinus pinea (Pinheiro-manso) para arborização, visto que se encontra melhor adaptada a estas condições.
A Eco Maratona corresponde a um evento criado pela Divisão de Ambiente e Alterações Climáticas da Câmara Municipal de Viana do Castelo em 2021 que tem como principal objetivo sensibilizar a comunidade acerca da importância da preservação do património natural local, através do controle de espécies exóticas invasoras e da restauração dos ecossistemas naturais.
A ação visa também destacar a importância das espécies autóctones, incentivando a predominância destas no território de Viana do Castelo e aumentar o conhecimento sobre as espécies exóticas invasoras. Além disso, estimula a participação ativa da comunidade no registo das espécies na plataforma BioRegisto do município e sensibiliza para o tema das alterações climáticas.
A iniciativa da Eco Maratona desempenha também um papel preponderante na implementação de vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas, tais como: ODS13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima; ODS15 – Vida Terrestre; ODS4 – Educação de Qualidade; ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis.

A organização da Romaria d’Agonia suspendeu temporariamente o processo de inscrições para o Desfile da Mordomia, após detetar um número considerado anormal de acessos à plataforma digital.
O Santa Luzia FC vai avançar com a organização da primeira edição do 24 Horas Futsal – Summer Edition 2026, uma nova competição de verão que pretende afirmar-se como referência no calendário do futsal regional e atrair equipas de diferentes pontos do país e da Galiza.
O Município de Ponte de Lima está a reforçar a sua intervenção social com a implementação do projeto “Projetos Inovadores para a Inclusão Ativa – Ponte de Lima 2030”, uma iniciativa que aposta na proximidade para apoiar cidadãos em situação de maior vulnerabilidade.
A Comunidade de Energia Renovável de Caminha (CERCAMINHA) vai avançar com cinco freguesias e prevê, no futuro, abrir-se à participação de munícipes, empresas e outras entidades locais, anunciou a Câmara Municipal.
Vila Nova de Cerveira encerra o exercício financeiro de 2025 com resultados positivos e uma execução orçamental que o executivo municipal considera demonstrativa de “solidez e visão estratégica” na gestão autárquica.
A Assembleia Municipal de Paredes de Coura aprovou, por maioria expressiva, os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal relativos a 2025, ano em que a receita fiscal ultrapassou os 100% de execução.
A associação ambientalista Quercus manifestou preocupação com o atraso na disponibilização dos apoios financeiros destinados à limpeza de terrenos nos concelhos afetados pela tempestade Kristin. A cerca de dois meses do fim do prazo legal, fixado em 30 de junho, a organização questiona o Governo sobre a ausência dos vales prometidos, no valor entre 1000 e 1500 euros por hectare.