A noite do passado sábado, 9 de novembro, no Centro Cultural de Viana do Castelo, revelou-se muito especial, tanto pela forma como 16 grupos folclóricos do município se uniram para preparar a quarta edição do “Encontro de Culturas”, como pela mensagem que quiseram partilhar.
Com os grupos da Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho (AGFAM) esteve, não só, a Academia de Dança Arte e Movimento, que já colabora com esta associação há vários anos, sempre com intervenções de elevado nível artístico, mas, também, a recém-criada Associação Terra de Todos, que muito contribuiu para unir Vianenses oriundos de várias latitudes num espetáculo memorável.
A ideia que norteou todo o certame foi a de integrar migrantes residentes em Viana do Castelo, fazendo pontes entre culturas e mostrando diferentes formas de cozinhar, de bordar, de preparar as festividades, de cantar e de dançar. Calcula-se que serão cerca de quatro mil, os cidadãos oriundos de oitenta e três países que residem em Viana do Castelo na atualidade, e 10 nacionalidades estiveram presentes na quarta edição deste certame.
Na abertura, pelas 20h00, foi possível degustar as iguarias trazidas pelos grupos portugueses, mas também por várias famílias da Argentina, Arménia, Brasil, Colômbia, Itália, São Tomé e Príncipe, Síria, Ucrânia e Venezuela. Durante o espetáculo, que teve início pelas 21h30, a Indonésia integrou o quadro dos trabalhos do mar e a Ucrânia, a Arménia e a Síria mostraram como bordam os seus trajes. A Ucrânia voltou a subir ao palco para exibir como são enfeitadas as suas grinaldas e a Arménia mostrou como se preparam para o Festival das Flores.

Foi possível ver danças de São Tomé e Príncipe e do Brasil e, ainda, ouvir a “Canção do Mar”, de Frederico de Brito e Ferrer Trindade, numa belíssima voz com sotaque Venezuelano.
Para além de se interligarem as tradições ligadas às freguesias do concelho, com as tradições dos países de origem dos vários participantes, o espetáculo não esqueceu a celebração dos 50 anos do 25 de abril e dos 120 anos do nascimento do poeta Pedro Homem de Mello, com 2 momentos que surpreenderam o público.
O evento foi organizado pela Associação de Grupos Folclóricos do Alto Minho com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Viana do Castelo. A AGFAM é uma das entidades que integra o Plano Municipal para a Integração dos Imigrantes de Viana do Castelo, há cerca de 10 anos, com o propósito de ajudar a acolher e integrar todos os cidadãos que escolham o nosso concelho para viver.

O Centro Cultural de Paredes de Coura foi um dos equipamentos culturais do Minho e Alto Minho com maior financiamento atribuído no âmbito do mais recente concurso da Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses, garantindo um apoio de 600 mil euros para o período compreendido entre 2026 e 2029.
Um homem de 76 anos foi detido no passado dia 9 de abril, no concelho de Arcos de Valdevez, pelo crime de posse ilegal de arma.
O Santa Luzia FC venceu este sábado o Atlético CP por 2-3, no segundo jogo dos quartos de final do play-off da Liga Feminina Placard, disputado no Pavilhão Eng.º Santos e Castro, na Tapadinha, mantendo viva a luta pelo apuramento para as meias-finais.
A Juventude Viana continua a confirmar o estatuto de principal protagonista da Zona Norte da II Divisão Nacional de hóquei em patins. Já com a subida assegurada, a formação vianense somou mais um triunfo, desta vez no reduto do Infante Sagres, por 3-4, em encontro referente à 22.ª jornada.
O Sport Clube Vianense desloca-se este domingo ao Estádio Manuel Lima para defrontar o já despromovido Desportivo de Monção, às 16h00, em partida referente à jornada 25 do Campeonato de Portugal, numa fase decisiva da competição e com impacto direto na luta pelos dois primeiros lugares.
Realizou-se na Câmara Municipal de Viana do Castelo, mais uma sessão presencial da 2.ª edição do projeto “Q+ em Rede”, iniciativa que visa reforçar a implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade nas instituições sociais do concelho.
Com a chegada da primavera, os passeios ao ar livre com cães tornam-se mais frequentes e prolongados, mas também aumentam os riscos de contacto com substâncias, plantas e objetos potencialmente perigosos para a saúde dos animais.