A Câmara de Viana do Castelo aprovou hoje a abertura de concursos públicos internacionais para a requalificação de duas escolas por 16 milhões de euros.

Na apresentação da proposta, que recolheu a abstenção do vereador do PSD, Paulo Vale, e do independente Eduardo Teixeira, o presidente da Câmara de Viana do Castelo disse tratar-se de “um ato único, em que as empresas interessadas só podem concorrer a um dos concursos”.
O autarca socialista revelou que, na sexta-feira, o município vai assinar o contrato de financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) das duas empreitadas, no valor de 16 milhões.
No caso da reabilitação, ampliação e modernização da escola EB 2/3 da Abelheira, o valor base da empreitada é de 12.338.974,12 euros, mais IVA.
O prazo de execução da empreitada é de 540 dias (18 meses).
Já a reabilitação e modernização da escola básica Dr. Pedro Barbosa vai a concurso público internacional pelo valor base de 5.304.245,00 euros, ao qual acresce o IVA.
O prazo de execução da obra é de 450 dias (15 meses)
Segundo a proposta apresentada ao executivo municipal, “o programa para a escola da Abelheira vai ao encontro das suas necessidades, com especial incidência no aumento da capacidade da escola, de 24 para 28 turmas, melhoria das condições físicas dos espaços para os alunos com multideficiência, acessibilidades, melhoria da eficiência energética, segurança contra incêndios e das condições gerais do uso do edifício na componente letiva”.
Na escola Dr. Pedro Barbosa, a intervenção vai centrar “na eficiência energética, segurança contra incêndios e melhoria das condições gerais do uso do edifício na componente letiva”.
O projeto prevê ainda a reorganização do arruamento exterior, para disciplinar o trânsito e aumentar a segurança dos alunos à entrada/saída do recinto escolar”.
Ambos os projetos foram aprovados, por unanimidade, em reunião extraordinária, em março último.
Reclamado há anos por pais e encarregados de educação, o projeto de ampliação e modernização da escola básica da Abelheira, construída em 1990 e que conta com mais de 600 alunos, foi saudado por toda a oposição no executivo municipal.
A escola básica dr. Pedro Barbosa, construída nos anos 90, tem 4.595,75 metros quadrados (m2) brutos de construção, sendo 4.312,30 m2 do edifício principal, 108,50 m2 de área exterior coberta e 174,95 m2 ocupados pelos balneários.
O recinto escolar apresenta uma área total de 14.159,60 m2. A escola serve atualmente uma comunidade escolar de cerca de 580 pessoas, sendo 488 alunos, 78 professores e 24 funcionários.
O Café Concerto do Teatro Sá de Miranda acolhe, esta quinta-feira, 30 de abril, às 21h30, uma mesa-redonda subordinada ao tema “Nas guerras dos ricos morrem os pobres”, iniciativa promovida pelo coletivo informal PELA PAZ.
O atleta Usumane Djumo, em representação do Clube de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), regressa ao Algarve este fim de semana para participar na 5.ª edição do Meeting de Atletismo de Albufeira by AP Victoria Sports, que assinala o arranque oficial da época ao ar livre na região.
A Viana do Castelo aprovou, por unanimidade, em reunião ordinária do executivo municipal, um conjunto de apoios financeiros às Juntas e Uniões de Freguesia do concelho, no valor global de 252.800 euros.
Vila Nova de Cerveira assinala o mês de maio com um conjunto de iniciativas que valorizam a gastronomia local, a tradição e o património cultural do concelho, com destaque para o Debulho de Sável à Cerveirense e para a iniciativa popular “As Maias”.
A empreitada de reabilitação das coberturas do Palácio da Justiça de Ponte da Barca foi oficialmente consignada na manhã de segunda-feira, marcando o início de uma intervenção há muito aguardada naquele edifício público.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana (TN-CDV) estreia, em maio, o espetáculo “Que Palavra é Esta?”, uma criação dirigida a alunos do 1.º ciclo do ensino básico que será apresentada em 17 escolas do concelho de Viana do Castelo, abrangendo mais de 1.800 crianças.
O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, afirmou que não é “por acaso” que a cidade não dispõe de serviços de trotinetes elétricas operados por empresas, justificando a decisão com dúvidas sobre a compatibilização deste meio de mobilidade com a circulação pedonal em espaço partilhado.