A Comissão Executiva do Eixo Atlântico aprovou hoje a proposta do Grupo Temático de Educação e Cultura de que Viana do Castelo será a Capital da Cultura em 2025. Assim, serão organizados 64 grandes eventos de cultura urbana, música, literatura, gastronomia, cinema, arquitetura, e muito mais durante 10 meses, de janeiro a outubro de 2025.

Viana do Castelo é um município com um património histórico, arquitetónico, cultural e paisagístico aberto à diversidade e à mudança, procurando sempre manter o equilíbrio entre o passado e o futuro. É nesta premissa criativa que se baseia a criação artística e cultural, pelo que ser a Capital da Cultura do Eixo Atlântico vai promover a aproximação e a interligação dos elementos identitários de Viana do Castelo com o Eixo Atlântico.

A decisão foi tomada esta quinta-feira, durante a reunião da Comissão Executiva do Eixo Atlântico, que se juntou hoje no concelho de Lugo para inaugurar a sexta praça pública do Eixo Atlântico e a primeira na Galiza. A recém-inaugurada em Lugo, junta-se à de Bragança, Matosinhos, Braga, Vila Nova de Gaia e Viana do Castelo.
Trata-se de um reconhecimento não só da história da entidade, mas também como símbolo de ponto de encontro das cidades galegas e portuguesas. A escultura presente nesta nova praça é um cilindro iluminativo que integra os 41 municípios e deputações que compõem o Eixo Atlântico.
Depois da inauguração do novo espaço urbano, a Comissão Executiva do Eixo Atlântico reuniu-se no edifício Impulso Verde para analisar a situação e evolução das infraestruturas, assim como dos principais projetos em curso do Eixo Atlântico. Entre os acordos tomados, a Comissão ratificou a proposta do Grupo Temático de Turismo para que Sarria seja, em maio de 2025, a sede da VIII Expocidades, a feira de turismo de proximidade. Sarria é um dos municípios de referência do Caminho de Santiago Francês, onde milhares de peregrinos iniciam os últimos 100km até Santiago.
A Comissão Executiva aprovou ainda a proposta do Grupo Temático de Desporto para organizar em Valongo, no mês de outubro, um seminário de intercâmbio de experiências sobre a igualdade de género no desporto.
No que diz respeito às infraestruturas, verificou-se o compromisso do Governo de Portugal de manter o calendário da linha Lisboa – A Coruña, tal e como foi aprovado pela Assembleia da República, iniciando os processos prévios à construção da linha sem nenhum atraso.
A organização da Romaria d’Agonia suspendeu temporariamente o processo de inscrições para o Desfile da Mordomia, após detetar um número considerado anormal de acessos à plataforma digital.
O Santa Luzia FC vai avançar com a organização da primeira edição do 24 Horas Futsal – Summer Edition 2026, uma nova competição de verão que pretende afirmar-se como referência no calendário do futsal regional e atrair equipas de diferentes pontos do país e da Galiza.
O Município de Ponte de Lima está a reforçar a sua intervenção social com a implementação do projeto “Projetos Inovadores para a Inclusão Ativa – Ponte de Lima 2030”, uma iniciativa que aposta na proximidade para apoiar cidadãos em situação de maior vulnerabilidade.
A Comunidade de Energia Renovável de Caminha (CERCAMINHA) vai avançar com cinco freguesias e prevê, no futuro, abrir-se à participação de munícipes, empresas e outras entidades locais, anunciou a Câmara Municipal.
Vila Nova de Cerveira encerra o exercício financeiro de 2025 com resultados positivos e uma execução orçamental que o executivo municipal considera demonstrativa de “solidez e visão estratégica” na gestão autárquica.
A Assembleia Municipal de Paredes de Coura aprovou, por maioria expressiva, os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal relativos a 2025, ano em que a receita fiscal ultrapassou os 100% de execução.
A associação ambientalista Quercus manifestou preocupação com o atraso na disponibilização dos apoios financeiros destinados à limpeza de terrenos nos concelhos afetados pela tempestade Kristin. A cerca de dois meses do fim do prazo legal, fixado em 30 de junho, a organização questiona o Governo sobre a ausência dos vales prometidos, no valor entre 1000 e 1500 euros por hectare.