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Viana do Castelo “volta a sair à rua por Casa para Viver”

5 Fevereiro, 2025 | 10:25
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Pedro Xavier
1 min. leitura

O Porta a Porta iniciou, dia 25 de janeiro, no Porto, uma campanha nacional sob o lema "MAIS CASAS PÚBLICAS, menos crise na habitação".

A situação atual obriga à regulação dos preços, das rendas e nos créditos e do alargamento da duração dos contratos, como também à introdução de casas públicas no mercado.

Sobre esta última solução, o Porta a Porta considera que é vasto o património público espalhado pelo país, uma boa parte ao abandono, e que continua sem estar cadastrado e registado de forma global pelo Governo como disponível para construção de habitação pública.

A par disto, relativamente ao PRR, das 26 mil casas públicas previstas construir até 2026, apenas 20707 estão contratualizadas de facto, isto é, 79,6% e apenas 132 estavam concluídas até Junho passado, isto é, bem menos que 1% do objetivo.

Também sobre a «lei dos solos» e as recentes alterações que introduzem o conceito de «valor moderado», o Porta a Porta avalia que tal vai acelerar e fazer aumentar os preços da habitação e levantar graves problemas no ordenamento, meio-ambiente e segurança das cidades e com isto o Governo privilegia a construção privada e a especulação em vez da salvaguarda do território e a construção pública.

A campanha em questão passará por várias cidades do país ao longo do mês e vai acabar em Lisboa, no próximo dia 25 de Fevereiro, com uma concentração junto ao antigo Ministério da Educação, na Avenida 5 de Outubro.

Assim, a organização apela à participação na concentração marcada para quinta-feira, 6 de janeiro, na Avenida Conde Carreira, junto ao edifício da antiga residência feminina.

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