O executivo municipal aprovou, esta terça-feira, o projeto de execução e a abertura de concurso público da “Construção de Infraestruturas de Apoio ao Transporte Urbano”, por um valor de 1,293 milhões de euros.

A estratégia municipal para o ano de 2025 é a de explorar os transportes públicos urbanos, pelo que se desenvolveu o projeto de execução de infraestruturas de apoio aos transportes, nomeadamente um parque de estacionamento com capacidade para 20 autocarros elétricos e respetivo carregamento elétrico.
O prazo de execução de obra foi determinado em 150 dias a contar da data da primeira consignação parcial.
Recorde-se que, no passado dia 27 de dezembro, o executivo camarário aprovou a adjudicação e minuta de contrato de dois lotes, no valor de 5,124 milhões de euros, para a aquisição de 15 autocarros elétricos ou limpos, para que o município assuma o serviço público de transporte de passageiros urbano.
Para esta operação, Viana do Castelo já garantiu financiamento superior a 5 milhões de euros através do aviso “Investimento RP-C21-i12 – Descarbonização dos Transportes Públicos da Componente C21 do Plano de Recuperação e Resiliência” para Descarbonização dos Transportes Públicos, sendo o único município beneficiado.
O Lote 1, constituído por dez Autocarros Standard (10-12,5m) elétricos, foi adjudicado por 3 775 182,50€, valor ao qual acresce o IVA à taxa legal em vigor. Já o Lote 2, constituído por cinco autocarros Midi (7-8,5m), foi adjudicado pelo valor de 1 349 609,75€, acrescido de IVA.
O executivo municipal aprovou ainda, relativo ao Lote 3, a não adjudicação e consequente revogação da decisão de contratar neste lote, que previa dois Autocarros Mini até 6m, para substituição dos atuais “Caramuru” e “Himalaia”, visto que nenhuma das propostas cumpria a base do concurso e será necessário abrir novo procedimento.
Esta iniciativa decorreu da decisão por parte do executivo em ser responsável por este serviço e desenvolvê-lo de um modo mais sustentável e adequado à população do seu território aquando da cessação do contrato de concessão em vigor, em setembro de 2025.
O objetivo é, assim, continuar a prestar o serviço já anteriormente estabelecido com os munícipes, mantendo a rede existente, introduzindo a individualização da linha para Vila Nova de Anha e Cabedelo, com a criação de 2 novas linhas de modo a prestar um melhor serviço aos utilizadores dos transportes públicos e corresponder às suas necessidades e estilos de vida.
Para a implementação deste serviço, a autarquia aprovou também, no mês de junho do ano passado, a alteração do mapa de pessoal para contratar 25 motoristas, agentes únicos de transportes coletivos da Câmara Municipal de Viana do Castelo.
A Fortaleza de Valença vai receber, entre 27 de novembro e 8 de dezembro, a edição de 2026 da Fortaleza de Chocolate. Integrado na programação «Valença é Natal», o certame tem candidaturas abertas até 6 de novembro.
As I Jornadas do AVC do Alto Minho, promovidas pela Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), reuniram profissionais de diferentes áreas da saúde para a partilha de conhecimentos, experiências e boas práticas na prevenção, identificação e tratamento do Acidente Vascular Cerebral.
O Município de Vila Nova de Cerveira concluiu mais uma etapa do processo de proteção e regularização das captações de água subterrânea destinadas ao abastecimento público na freguesia de Covas, com a publicação da portaria que aprova o perímetro de proteção da Mina Corticas.
O Bootcamp ESCE Welcome Week 2026 reuniu cerca de 90 estudantes e docentes em Arcos de Valdevez, com um programa centrado no contacto empresarial, no empreendedorismo e no desenvolvimento de competências.
A António dos Prazeres da Silva & Filho, Lda., empresa do Grupo Avic, anunciou que vai recorrer da sentença que absolveu o Município de Viana do Castelo numa ação em que reclamava cerca de 268 mil euros em compensações adicionais pelo serviço público de transporte na carreira Braga–Viana do Castelo, entre 2021 e 2024.
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As organizações de apoio a vítimas de violência doméstica e de tráfico de seres humanos manifestaram preocupação com a continuidade dos serviços a partir de 1 de janeiro de 2027, alertando que permanece por definir o regime jurídico que vai regular o acesso e a gestão dos apoios financeiros.