O presidente da Câmara de Ponte de Lima (CDS-PP), Vasco Ferraz, confirmou ter apresentado a demissão da vice-presidência da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho, escusando-se a prestar mais esclarecimento sobre o assunto.
Contactado pela agência Lusa, o autarca disse ser sua “intenção apenas comunicar” a demissão do cargo na CIM do Alto Minho à Câmara de Ponte de Lima, o que aconteceu na última quinta-feira, em sessão ordinária do executivo. Vasco Ferraz acrescentou que informará também a Assembleia Municipal na próxima reunião.
Confrontado pela Lusa, o presidente da CIM do Alto Minho, Manoel Batista, recusou-se a comentar.
“Não respondo, de todo, a essa questão. As decisões do senhor presidente da Câmara de Ponte de Lima são respeitáveis. São decisões dele. A CIM segue o seu caminho”, afirmou.
O socialista, que é também presidente da Câmara de Melgaço, acrescentou que “nada está decidido” quanto ao sucessor de Vasco Ferraz.
Com esta demissão, a CIM do Alto Minho passa a ter apenas um vice-presidente, o social-democrata António Barbosa, presidente da Câmara de Monção.
Em junho, o primeiro secretário daquela entidade, Bruno Caldas, apresentou a demissão por sentir “algum cansaço” e querer iniciar um “outro percurso na sua vida profissional”.
A CIM do Alto Minho foi constituída em outubro de 2008 e engloba os municípios que correspondem à Unidade Territorial Estatística de Nível (NUT) III do Minho-Lima.
Integram a associação os concelhos de Arcos de Valdevez (PSD), Caminha (PS), Paredes de Coura (PS), Ponte de Lima (CDS-PP), Valença (PS), Viana do Castelo (PS), Vila Nova de Cerveira (PS), Ponte da Barca (PSD), Monção (PSD) e Melgaço (PS).
A REN afirmou no parlamento que os investimentos considerados “base” nas redes de eletricidade e gás são essenciais para garantir o funcionamento do sistema, deixando ao Governo a decisão sobre projetos complementares ligados à transição energética.
O Município de Paredes de Coura é um dos protagonistas da nova chamada nacional para a criação de um espetáculo de circo contemporâneo, uma iniciativa que reforça a aposta do concelho na inovação cultural e no apoio às artes performativas.
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