Já é possível apreciar novamente os quatro canhões da Fortaleza de Valença, graças ao protocolo assinado entre a Câmara Municipal de Valença e o Exército Português.

O Exército Português esteve representado na cerimónia pelo Major General António Joaquim Ramalhôa Cavaleiro, diretor da Direção de História e Cultura Militar e o Município de Valença, pelo presidente da Câmara, José Manuel Carpinteira.
No ato, José Manuel Carpinteira salientou que “voltamos a colocar à visualização de todos estes canhões, elementos de incalculável valor histórico e patrimonial da nossa Fortaleza e que tantas memórias proporcionaram a gerações de valencianos e turistas”.
O Major General António Joaquim Ramalhôa Cavaleiro, disse, na sua intervenção , que “a Fortaleza de Valença é uma verdadeira preciosidade e estes canhões são testemunhos de Portugal”.

As quatro peças de campanha, pertencentes ao Museu Militar de Lisboa, passam a integrar as exposições permanentes do Núcleo Museológico Municipal e do Centro de Interpretação dos Castelos e Fortalezas, no Paiol de Marte, em Valença.
Trata-se de quatro peças de campanha datadas de 1778, 1797 e 1801.
Segundo o Município de Valença, este protocolo surge da necessidade de proteger e salvaguardar, com todas as condições necessárias, estes emblemáticos canhões, após o roubo de uma das peças, que estava no baluarte do Socorro, em junho de 2022.

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