A Câmara de Valença vai investir quatro milhões de euros no ano letivo 2024/2025, em “apoios e valências reforçadas” aos 1.820 alunos do concelho, número que representa “um aumento de 9% face ao ano letivo anterior.

“A educação é um pilar fundamental do desenvolvimento social, assumindo-se como uma prioridade deste executivo. Nesse sentido, o município investe quatro milhões de euros neste setor com o objetivo de criar as melhores condições de aprendizagem a todos os alunos e de maior conforto às suas famílias”, afirma o presidente da câmara, citado num comunicado enviado às redações.
Segundo o socialista José Manuel Carpinteira, “o município também tem investido na requalificação do parque escolar, tendo consciência que ainda há muito a fazer nesta matéria”.
A autarquia adianta que “suportará os custos dos transportes escolares a todos os alunos desde os jardins-de-infância até ao 12.º ano, desde que residam a mais de 1,5 quilómetros do estabelecimento de ensino”.
“As cantinas vão continuar com gestão direta da câmara municipal e acompanhadas por uma nutricionista. Nesta área, o município aposta no reforço da qualidade e da quantidade das refeições, e na redução dos desperdícios alimentares”, sustenta o município.
A autarquia “comparticipa os livros de fichas escolares, até ao 7.º ano inclusive, e reforçará os apoios de material escolar aos alunos integrados nos escalões A, B e C, até ao 12.º ano”.
No ano letivo 2024/25, a autarquia “continuará a garantir as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), nomeadamente atividades lúdicas e expressivas, domínios de tecnologia de informação e comunicação e, atividade física e desportiva, para os alunos do primeiro ciclo do ensino básico, entre as 16h30 e as 17h30.
O “prolongamento de horário, nos jardins-de-infância, decorrerá entre as 15h30 e as 17h30, a cargo das animadoras socioculturais e assistentes operacionais e contará com atividades de animação e apoio à família, bem como atividade física de judo”.
O “alargamento de horário no pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico continuará a apoiar as famílias, permitindo a entrada dos alunos às 07h30 e, a possibilidade de permanecerem no estabelecimento de ensino até às 18h30.
Do total dos 1.820 alunos, 15 turmas do pré-escolar correspondem a 342 crianças. No primeiro ciclo de ensino básico são 27 turmas, com 549 alunos. No segundo ciclo há 311 alunos matriculados e, 391 no terceiro ciclo. O ensino secundário tem 227 alunos, distribuídos pelo ensino regular e profissional.
A organização da Romaria d’Agonia suspendeu temporariamente o processo de inscrições para o Desfile da Mordomia, após detetar um número considerado anormal de acessos à plataforma digital.
O Santa Luzia FC vai avançar com a organização da primeira edição do 24 Horas Futsal – Summer Edition 2026, uma nova competição de verão que pretende afirmar-se como referência no calendário do futsal regional e atrair equipas de diferentes pontos do país e da Galiza.
O Município de Ponte de Lima está a reforçar a sua intervenção social com a implementação do projeto “Projetos Inovadores para a Inclusão Ativa – Ponte de Lima 2030”, uma iniciativa que aposta na proximidade para apoiar cidadãos em situação de maior vulnerabilidade.
A Comunidade de Energia Renovável de Caminha (CERCAMINHA) vai avançar com cinco freguesias e prevê, no futuro, abrir-se à participação de munícipes, empresas e outras entidades locais, anunciou a Câmara Municipal.
Vila Nova de Cerveira encerra o exercício financeiro de 2025 com resultados positivos e uma execução orçamental que o executivo municipal considera demonstrativa de “solidez e visão estratégica” na gestão autárquica.
A Assembleia Municipal de Paredes de Coura aprovou, por maioria expressiva, os documentos de Prestação de Contas da Câmara Municipal relativos a 2025, ano em que a receita fiscal ultrapassou os 100% de execução.
A associação ambientalista Quercus manifestou preocupação com o atraso na disponibilização dos apoios financeiros destinados à limpeza de terrenos nos concelhos afetados pela tempestade Kristin. A cerca de dois meses do fim do prazo legal, fixado em 30 de junho, a organização questiona o Governo sobre a ausência dos vales prometidos, no valor entre 1000 e 1500 euros por hectare.