O ato de formalização da adesão ocorreu na sexta-feira, 12 de abril, nos Paços do Concelho.
Após a assinatura da adesão, o município de Valença recebeu a bandeira dourada das Cidades e Vilas que Caminham, uma rede de municípios que tem como objetivo dinamizar novas experiências e soluções de boas práticas nas áreas da mobilidade sustentável, sobretudo a pedonal.
José Manuel Carpinteira, presidente da Câmara Municipal de Valença, agradeceu a atribuição da bandeira a Valença considerando um incentivo e uma motivação para conquistar, cada vez, mais espaço no desenho urbano da cidade para as pessoas e a sua mobilidade sustentável.
Paula Teles, presidente do Instituto de Cidades e Vilas com Mobilidade e fundadora desta rede, destacou que “Queremos ser uma escola de desenho do espaço público para promover a caminhabilidade e colocar em prática os melhores exemplos de políticas urbanas de mobilidade.”.
A Rede de Cidades e Vilas que Caminham tem por grande objetivo incentivar os municípios a apostar por políticas urbanas de mobilidade sustentável que reforcem as condições de caminhabilidade na cidade, melhorem a qualidade de vida urbana, enriqueçam as sociabilidades, melhorem os parâmetros de saúde pública, universalizem a utilização do espaço público para todos, melhorem o comércio local através de centros comerciais ao ar livre, beneficiem a economia circular, diminuam a emissão de gases poluentes, contribuam para a igualdade de género, incrementem a intermodalidade, aumentem a segurança da circulação pedonal e viária, formem técnicos para a abordagem específica e transversal e sensibilizem a população para os benefícios da caminhabilidade.
O ato contou, ainda, com a presença de Pedro Ribeiro da Silva, urbanista e coordenador da Rede de Cidades e Vilas que Caminham, com origens valencianas.
As condições meteorológicas adversas estão a dificultar a captura de lampreia nos rios Minho e Lima, afetando a atividade de cerca de duas centenas de embarcações e colocando em risco o rendimento anual de muitos pescadores da região.
Um deslizamento de terras ocorrido esta terça-feira, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, destruiu parcialmente uma habitação e obrigou à retirada de sete pessoas, informou a Proteção Civil.
Viana do Castelo recebeu, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, a VII Convenção do Mercado das Viagens, reunindo a maioria das agências da rede, parceiros estratégicos e diversos representantes de relevo do setor do turismo. O evento decorreu sob o lema “Rumo ao Futuro”, refletindo o foco na evolução e nos desafios do setor.
Um residente da freguesia de Chafé, no concelho de Viana do Castelo, doou cerca de 500 telhas destinadas a apoiar as zonas mais afetadas pelo recente mau tempo, informou a Junta de Freguesia.
O Comando Territorial de Viana do Castelo da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou, entre os dias 2 e 8 de fevereiro, um conjunto de operações em todo o distrito, com o objetivo de prevenir e combater a criminalidade violenta, reforçar a fiscalização rodoviária e promover ações de sensibilização junto da população.
Trinta e quatro pessoas, entre as quais 18 crianças, foram realojadas preventivamente na zona ribeirinha de Valença devido ao risco de cheia do rio Minho, informou a Proteção Civil. A medida deverá manter-se pelo menos até esta terça-feira, dependendo das descargas da barragem da Frieira, em Espanha.
Portugal continental está hoje, terça-feira, sob forte instabilidade meteorológica, com previsão de chuva persistente e por vezes intensa, sobretudo nas regiões Norte e Centro, onde vigoram avisos laranja devido ao risco de acumulados elevados de precipitação.