Após duas edições de sucesso, a vila das artes volta a apostar no Mercado de Páscoa de Vila Nova de Cerveira (V.N.C), de 28 a 30 de dezembro, no Parque de Lazer do Castelinho, este ano, com um maior número de expositores (25). Artesãos, feirantes, comerciantes e associações locais já se podem inscrever no 'Mercado de Páscoa' e IPSS’s, associações e juntas de freguesia na 'Exposição de Ovos Gigantes'.

O Município de Vila Nova de Cerveira volta assim a convidar as famílias a celebrar a Páscoa no concelho, oferecendo um conjunto de atividades interativas e divertidas alusiva à quadra festiva, enquadradas num conceito de plena usufruição da natureza.
“A programação detalhada será divulgada em breve, entretanto já estão a decorrer as inscrições para a participação de artesãos, feirantes, comerciantes e associações locais no Mercado de Páscoa, e de IPSS’s, associações e juntas de freguesia na Exposição de Ovos Gigantes”, realçou o Município, esta quarta-feira, em nota.
Estes dois eventos têm Normas de Participação e formulário de inscrição específicos, cuja documentação deve ser entregue ou em papel nos serviços culturais municipais ou por correio eletrónico (candidatura.eventos@cm-vncerveira.pt). As candidaturas ao Mercado de Páscoa decorrem entre 28 de fevereiro e 8 de março. As inscrições para a Exposição de Ovos Gigantes já estão abertas até dia 11 de março.
O Mercado de Páscoa de Vila Nova de Cerveira decorre de 28 a 30 de março, no Parque de Lazer do Castelinho, este ano, “com um maior número de expositores (25)” de produtos artesanais, ofícios, gastronomia, doçaria tradicional, podendo participar artesãos, feirantes, comerciantes e associações locais. A iniciativa vai ainda contar com animação tradicional da Páscoa, nomeadamente uma colorida oficina de pinturas, a tradicional caça aos ovos, além de algumas surpresas.
Depois da originalidade dos ovos gigantes em 2022, e dos coelhos também em formato considerável em 2023, o centro histórico de Cerveira vai ser ornamentado com mais uma Exposição de Ovos Gigantes – ‘As Cores da Páscoa’, de 28 de março a 7 de abril. IPSS’s, associações desportivas, recreativas e culturais, bem como juntas de freguesia do concelho são desafiadas a elaborar um ovo, com dimensões entre 1.5 metros e 2 metros, decorado com recurso a materiais diversos, respeitando o formato tipo 3D e a temática.
Por sua vez, a Queima de Judas não carece de candidatura, apenas aguardar com muita expetativa o início de mais um espetáculo misterioso e inovador, como já nos acostumou a Comédias do Minho, e que está agendado, como vem sendo tradição, para a noite do sábado de Aleluia (30 de março), no centro histórico.

O concurso para a concessão da exploração e organização do “Arraial da Romaria” de Nossa Senhora d’Agonia 2026 ficou deserto, depois de não ter sido apresentada qualquer candidatura.
Os D.A.M.A. são o grande destaque da Romaria de São Bartolomeu, que decorre entre 18 e 24 de agosto, em Ponte da Barca. A banda portuguesa sobe ao palco no dia 20, às 23h00, para um concerto de entrada gratuita que deverá atrair milhares de pessoas à vila.
As Festas do Concelho de Valença arrancam na próxima sexta-feira, 7 de agosto, com os concertos dos Sons do Minho e de Sara Correia. A primeira noite contará ainda com as atuações dos DJs Pete Tha Zouk e Pedro Borges.
O NEOPOP 2026 arranca esta quinta-feira, 6 de agosto, junto ao Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, levando novamente à cidade alguns dos principais nomes da música eletrónica.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) é a única instituição portuguesa a integrar o My Farm, projeto europeu que pretende tornar as explorações agrícolas mais sustentáveis, resilientes e capazes de gerar valor para além da produção de alimentos.
Viana do Castelo liga esta quinta-feira, 6 de agosto, as iluminações da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia. Cerca de 1,5 milhões de pontos de luz, instalados ao longo de 9,8 quilómetros de ruas, vão transformar o ambiente da cidade e anunciar a aproximação das festas.
A Comissão Concelhia de Viana do Castelo do PCP acusa o Governo de agravar a crise da habitação e de dirigir uma “autêntica declaração de guerra aos inquilinos”, numa altura em que a cidade registou a maior subida homóloga das rendas entre as capitais de distrito portuguesas.