A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) confirmou a falta de medicação para os doentes de Crohn seguidos no hospital de Viana do Castelo, estimando que a situação esteja resolvida “dentro de dois a três dias”.

Em resposta, por escrito a um pedido de esclarecimento enviado pela agência Lusa, a ULSAM referiu que a falta daquele medicamento ficou a dever-se “a um atraso na tramitação do processo de compra, ou seja, questões burocráticas”.
“O conselho de administração lamenta profundamente o ocorrido, nomeadamente os constrangimentos e a ansiedade que esta situação provocou, e está empenhado em envidar todos os esforços necessários para agilizar a entrega e normalizar a situação o mais rapidamente possível”, adianta.
A ULSAM não esclareceu desde quando é que os doentes de Crohn estão sem a medicação, nem o número de doentes que são seguidos no hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O JN noticiou, na quarta-feira, que os doentes de Crohn seguidos no hospital de Viana do Castelo estão esta semana privados de uma medicação da qual são dependentes.
A situação foi denunciada por um dos doentes, profissional de saúde, que foi confrontado com a falta do medicamento, o injetável Humira, na terça-feira, dia em que este lhe deveria ser administrado.
Contactada pela Lusa, a presidente da Associação Portuguesa da Doença Inflamatória do Intestino, Colite Ulcerosa e Doença de Crohn (APDI), Ana Sampaio, disse tratar-se de “uma situação grave, mas que não põe em risco de vida os doentes”.
Ana Sampaio adiantou que a falha pontual de medicação “não é exclusiva do hospital de Viana do Castelo”.
“Acontece os hospitais ficarem, temporariamente, sem medicação. Por vezes até pedem emprestado a outros hospitais para colmatarem as necessidades dos doentes”, afirmou a responsável.
No dia 05 de março, a Associação dos Doentes com Artrite Reumatoide (ANDAR) denunciou que a ULSAM não estava a disponibilizar o tratamento para esta doença, também por um atraso na tramitação do processo de compra.
Fonte da ULSAM referiu que o problema ficou resolvido no dia seguinte.
A Rua de Viana vai passar a ter iluminação de Natal, no âmbito do alargamento da decoração festiva a mais arruamentos da cidade. A Câmara Municipal associa a inclusão desta rua à dinamização do comércio tradicional.
Instalação de desfibrilhadores na via pública, mobilização de socorristas e formação em primeiros socorros são as principais medidas previstas na proposta vencedora do OPJ de Valença.
O projeto Viana STARTS participou numa visita a Las Palmas de Gran Canaria, em Espanha, dedicada à partilha de experiências entre cidades nas áreas da inovação azul, cultura oceânica e regeneração urbana.
No âmbito das comemorações do Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, importa lembrar que estes cuidados não se destinam apenas às pessoas com doença oncológica. São uma resposta essencial para todas as pessoas que vivem com doenças crónicas, progressivas e avançadas, incluindo a doença hepática, contribuindo para o alívio do sofrimento e para a melhoria da qualidade de vida.
Portugal recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o prémio de «País com Melhor Atividade» da Federação Internacional de Festivais de Dança (FIDAF). A distinção, relativa a 2025, foi entregue a Alberto Rego durante o Congresso Mundial da organização, em Cheonan, na Coreia do Sul.
O Teatro Municipal Sá de Miranda volta a ser o centro da atividade teatral em Viana do Castelo, entre 13 e 21 de novembro, com a realização da 10.ª edição do Festival de Teatro. A iniciativa, promovida pelo Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana em parceria com a Câmara Municipal, reúne dez espetáculos, distribuídos por 12 representações, e reforça a aposta na diversidade artística e na acessibilidade cultural.
O Auditório Gabriel Gonçalves, em Lanheses, recebe este sábado, 10 de outubro, às 21h15, mais uma sessão do ciclo teatral promovido pela Associação de Teatro Amador de Lanheses (ATAL), em colaboração com a Plataforma do Teatro Amador do Alto Minho (PLATEA).