O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.

O acidente ocorreu a 27 de janeiro, na receção da equipa vianense ao Paço de Arcos, a contar para a 14.ª jornada do Campeonato Nacional. André Azevedo sofreu um traumatismo no olho direito e foi transportado do Pavilhão Municipal de Monserrate para o Hospital de Viana do Castelo, seguindo posteriormente para uma unidade hospitalar do Porto.
Apesar de ter sido submetido a três intervenções cirúrgicas, não foi possível recuperar a visão daquele olho, cuja perda ficou estabelecida como permanente e irreparável.
Mais de oito anos depois, a Relação de Guimarães confirmou a indemnização a pagar por uma seguradora. O antigo jogador, agora com 50 anos e que também representou o FC Porto, alegou que a limitação visual teve um impacto significativo na sua qualidade de vida e nas atividades diárias.

No processo, sustentou ainda que o bem-estar e a subsistência da família dependiam diretamente dos rendimentos da sua atividade desportiva. Segundo alegou, recebia cerca de 1.500 euros por cada jogo em que participava, acrescidos das despesas de alimentação e deslocação.
André Azevedo pretendia também ser indemnizado por danos morais. Contudo, os juízes desembargadores, seguindo a orientação do Supremo Tribunal de Justiça, concluíram que a cobertura do contrato de seguro desportivo não abrange a reparação de danos não patrimoniais sofridos pelo segurado.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).
As medidas de prevenção de incêndios rurais estiveram entre as mais bem classificadas na avaliação das propostas do projeto VC_CLIMAAX, apresentada na reunião do Conselho Municipal de Ambiente e Ação Climática de Viana do Castelo, realizada a 12 de outubro. A sessão permitiu também acompanhar a execução do Plano Municipal de Ação Climática.