O Papa Francisco considerou hoje que um título académico deve ser visto como um mandato para as pessoas se dedicarem a uma sociedade mais justa e defendeu que seria um desperdício pensar a universidade para perpetuar sistema elitista.
“O título académico não pode ser visto apenas como uma licença para construir o bem-estar pessoal, mas como um mandato para se dedicar a uma sociedade mais justa e inclusiva, ou seja, mais avançada”, afirmou Francisco, na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa, perante uma plateia de jovens universitários, na primeira iniciativa do seu segundo dia em Portugal, onde preside à Jornada Mundial da Juventude.
Segundo o Papa, “se o conhecimento não for acolhido como uma responsabilidade, torna-se estéril, se quem recebeu uma formação superior — que hoje, em Portugal e no mundo, continua a ser um privilégio –, não se esforça por restituir algo naquilo de que beneficiou, no fundo não compreendeu profundamente o que lhe foi oferecido”.
Quanto à universidade, que “se comprometeu a formar as novas gerações, seria um desperdício pensá-la apenas para perpetuar o atual sistema elitista e desigual do mundo com o ensino superior que continua a ser um privilégio de poucos”.
Defendendo que experiências de serviço fraterno que “nascem no meio académico deveriam ser consideradas indispensáveis para quem passa pela universidade”, Francisco citou a poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen, que, numa entrevista, à pergunta sobre “o que gostaria de ver realizado em Portugal neste novo século”, respondeu que “gostaria que se realizasse a justiça social, a diminuição das diferenças entre ricos e pobres”.
“Dirijo agora a mesma pergunta a vós, caros estudantes, peregrinos do saber: Que quereis ver realizado em Portugal e no mundo? Quais mudanças, quais transformações? E como pode a universidade, especialmente a Católica, contribuir para isso?”, questionou.
Após ouvir os testemunhos de quatro jovens, mencionou Almada Negreiros — “sonhei com um país onde todos chegavam a mestres” — para dizer que “também este idoso que vos fala sonha que a vossa geração se torne uma geração de mestres”, de humanidade, compaixão e de novas oportunidades, “para o planeta e seus habitantes, mestres de esperança”.
A Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo ativou, na noite deste domingo, o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil, na sequência da situação meteorológica adversa que tem afetado a região e o país nas últimas semanas.
O processo de concessão a privados das três marinas de Viana do Castelo encontra-se na fase final, tendo já sido avaliadas três propostas consideradas de qualidade, revelou o presidente da Câmara Municipal, Luís Nobre.
O projeto europeu LIFE Revive vai investir 524 mil euros na recuperação ecológica do rio Vez, em Arcos de Valdevez, entre 2026 e 2030, anunciou o município.
Disputou-se este fim-de-semana a 20.ª jornada da I Divisão da Associação de Futebol de Viana do Castelo, com destaque para o reforço da liderança do Castelense e para a perseguição do Atlético dos Arcos.
O fim-de-semana foi de grande emoção na 21ª jornada do distrital da 2ª divisão da Associação de Futebol de Viana do Castelo. O Raianos consolidou a liderança com uma vitória convincente por 4-0 frente ao Cabaços, enquanto o Távora não ficou atrás e goleou o Ilustre Caminha por 5-1, mantendo-se assim colado ao primeiro lugar, ambos com 49 pontos.
António José Seguro, natural das Caldas da Rainha, venceu a segunda volta das eleições presidenciais desta noite, tornando-se o novo Presidente da República.
O candidato à Presidência da República, André Ventura, felicitou António José Seguro e desejou-lhe “um bom mandato”.