Os vianenses Sons do Minho foram distinguidos na 6.ª edição dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa, arrecadando o galardão de Prémio Música Ligeira e Popular, num ano em que a votação do público bateu recordes.
Este ano foi atribuído pela primeira vez o Prémio Música Ligeira e Popular, que foi para os Sons do Minho, com “Recomeçar”.
Quando subiram a palco para receber o prémio, os músicos de Viana do Castelo, lembraram que a música ligeira e popular é um dos géneros musicais “que mais pontua os eventos de Norte a Sul do país, na diáspora e nos quatro cantos do mundo”.
“A música popular e ligeira tem lugar em todo o lado. Chega de preconceito e viva a música portuguesa”, disseram.
O músico Slow J foi o mais premiado na 6.ª edição dos PLAY, arrecadando o galardão de Melhor Artista Masculino e o Prémio da Crítica, com o álbum “Afro Fado”.
Os vencedores dos PLAY foram anunciados, numa cerimónia no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e que teve transmissão em direto em vários canais da RTP.
Slow J, que já tinha vencido o Prémio de Melhor Artista Masculino na 2.ª edição dos PLAY em 2020, estava ainda nomeado na categoria de Canção do Ano – a única cujo vencedor é escolhido pelo público – que foi “Maria Joana”, tema que junta Nuno Ribeiro, Mariza e os Calema.
De acordo com a organização dos prémios, nesta edição a participação do público – que votou através das redes sociais e da app My Vodafone – bateu recordes, com 39 709 votos, um aumento de quase 50% em relação ao ano passado.
Os Calema, que estão a fazer uma digressão internacional, foram ainda distinguidos, pelo segundo ano consecutivo, com o PLAY de Melhor Grupo.
Nesta edição, o PLAY de Melhor Artista Feminina foi para Bárbara Bandeira. A cantora não esteve presente na cerimónia, porque está a preparar um novo trabalho, e enviou o pai, o cantor Rui Bandeira, em sua representação.
Além de Slow J, que não esteve presente na cerimónia e não teve ninguém a representá-lo, outros artistas de ‘hip-hop’ foram distinguidos nesta edição. T-Rex venceu na categoria de Melhor Álbum, com “Cor d’água”, e LEO2745 na de Artista Revelação.
O PLAY de Melhor Álbum de Fado foi para “Terra que vale o céu”, de Ricardo Ribeiro, o de Melhor Álbum de Jazz para “Chromosome”, de Mário Costa, e o de Melhor Álbum de Música Clássica/Erudita para “Lamentos”, de António Pinho Vargas, que referiu que “esta música é minoritária mas existe”.
O Prémio de Melhor Videoclipe foi para “Estrada”, de Pedro Mafama, realizado por André Caniços, que em 2022 tinha visto o seu trabalho distinguido na mesma categoria com “Andorinhas”, de Ana Moura.
Já o Prémio Lusofonia foi atribuído ao brasileiro Dennis, com “Tá OK”, tema em que participa MC Kevin O Chris.
Além dos vencedores dos prémios em categorias com vários nomeados, foram entregues o Prémio Carreira, atribuído pelos promotores dos prémios PLAY, e o Prémio da Crítica, cujo vencedor é escolhido por um painel de jornalistas da área da música.
O da Crítica foi para Slow J, pelo álbum “Afro Fado” e o Carreira para o maestro António Victorino D’Almeida, “pelos mais de 70 anos dedicados à composição e à divulgação da música clássica”.
O maestro e compositor, de 83 anos, presenteou a plateia com uma improvisação ao piano, antes de ser exibido um vídeo que passou em revista a sua carreira.
António Victorino D’Almeida mostrou-se honrado por receber o prémio, especialmente por este lhe ser entregue na “grande casa” de Cultura que é o Coliseu dos Recreios.
Durante a cerimónia atuaram vários músicos. Jüra, que editou na quinta-feira o álbum de estreia, “Sortaminha”, abriu a cerimónia com um medley de três dos seus temas – “Coração”, “Milagre” e “Avidadá”.
Ao longo da noite atuaram também Camané e Ricardo Ribeiro, com João Paulo Esteves da Silva e Mário Laginha, DAMA com Buba Espinho, acompanhados pelos Bandidos do Cante e Mike11, Murta e Diana Lima, SYRO e Bispo, Pedro Abrunhosa e Diogo Piçarra, Pedro Mafama com o Grupo Coral Paz & Unidade de Alcáçovas e La Família Gitana,
Os PLAY, criados em 2019, são promovidos pela Audiogest, que gere e representa os direitos das editoras multinacionais, nacionais e independentes, e pela GDA, entidade que gere os direitos dos artistas, intérpretes e executantes, em parceria com a RTP e a Vodafone.

Celebrar 128 anos de existência de um clube é celebrar muito mais do que datas ou números. É revisitar um percurso coletivo feito de dedicação, identidade e memória. Para muitos de nós, o Sport Clube Vianense representa também uma parte importante da nossa própria história de vida.
A Audi vai inaugurar amanhã, 14 de março, um novo espaço em Viana do Castelo. O concessionário Audi Jomecsport, pertencente ao Grupo M. & Costas, passa a funcionar em novas instalações localizadas em Darque, na Avenida da Estação nº 339, junto ao Lima Retail Park.
Viana do Castelo está a receber o Consortium Meeting do projeto europeu OLAMUR, que reúne especialistas e parceiros de oito países para discutir soluções ligadas à economia azul e ao uso sustentável do espaço marítimo.
O futebol português vai voltar a ter três representantes na Liga dos Campeões na temporada 2027/28. A confirmação chegou com a vitória do FC Porto em Estugarda, que garantiu matematicamente ao país o 6.º lugar no ranking de coeficientes da UEFA.
O festival NEOPOP regressa a Viana do Castelo entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026, numa edição especial que assinala duas décadas de história dedicadas à música eletrónica. Considerada a edição mais ambiciosa de sempre, a celebração dos 20 anos promete reunir alguns dos nomes mais relevantes do panorama internacional, num evento que volta a colocar a cidade minhota no centro do circuito europeu de festivais do género.
Viana do Castelo foi palco da Landmania, evento que reuniu 60 veículos Land Rover em percursos offroad pelos trilhos de Capareiros, em Barroselas. A iniciativa destacou a capacidade do território para acolher atividades de aventura e valorizar o turismo ligado ao todo-o-terreno.
A Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC), sediada em Vila Nova de Cerveira, garantiu um financiamento de 240 mil euros no âmbito do Programa de Apoio a Projetos da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), promovido pela Direção-Geral das Artes (DGArtes).