O Governo indicou, esta segunda-feira, que, em 2023 e pela primeira vez, foram tratados em casa mais de dez mil doentes, tendo-se registado 130 mil visitas ao domicílio.

O número recorde de doentes tratados em hospitalização domiciliária, 10.037, representou um aumento de 12,3% em relação a 2022, precisou o Ministério da Saúde em comunicado.
“A capacidade instalada situou-se nas 352 camas, mais 4,1% face a 2022 e o equivalente a um hospital de média dimensão”, adiantou.
Segundo o ministério, a hospitalização domiciliária tem sido uma aposta do Serviço Nacional de Saúde nos últimos anos, “com resultados positivos para os doentes e para as instituições”.
O ano passado, a resposta no domicílio “permitiu reduzir a demora média de internamento de 9,9 para 9,7 dias, estimando-se uma poupança de 97.513 dias de internamento nos hospitais”, o que representa um ganho para os doentes em “conforto, segurança e autonomia” e vantagens na organização do internamento hospitalar.
O serviço é prestado por equipas multidisciplinares, em funcionamento em 36 unidades do SNS, que, em 2023, fizeram 130.136 visitas a casa dos doentes, um aumento de 14% face a 2022.
“Estes internamentos no domicílio registaram uma taxa de eficiência de 49,73%, representando assim metade dos encargos médios com estes doentes em contexto hospitalar”, adiantou o comunicado.
O Governo anunciou também que as equipas responsáveis pelo serviço “vão poder organizar-se em Centros de Responsabilidade Integrados (CRI), com o reforço dos projetos assistenciais e a valorização salarial dos profissionais envolvidos”, acrescentando que foi publicado recentemente um despacho nomeando “um grupo de trabalho para o desenvolvimento do modelo de avaliação de desempenho das equipas dedicadas às unidades de hospitalização domiciliária (UHD)”.
“A organização de Centros de Responsabilidade Integrados vai permitir dotar as equipas de melhores condições para prosseguirem o desenvolvimento deste programa, tendo por objetivo tratar 30 mil doentes em casa por ano em 2026”.
O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, reuniu com os presidentes das juntas e uniões de freguesia do concelho e respetivos executivos para avaliar o primeiro ano de mandato e recolher contributos para o Plano de Atividades e Orçamento Municipal para 2027.
Lula da Silva garantiu um quarto mandato como Presidente do Brasil ao vencer a segunda volta das eleições presidenciais com 51,78% dos votos, contra 48,22% de Flávio Bolsonaro. Com 99,99% das secções de voto apuradas, a vitória estava matematicamente assegurada.
O Atlético dos Arcos venceu este domingo no terreno do Cardielense, por 2-0, na sexta jornada da Primeira Divisão SABSEG, da Associação de Futebol de Viana do Castelo, e lidera o campeonato com 18 pontos.
O Município de Valença promove, no dia 26 de outubro, uma ação de sensibilização dedicada à prevenção, ao diagnóstico precoce e ao apoio a quem enfrenta o cancro da mama. Integrada no Outubro Rosa, a iniciativa «Cancro da Mama Não Tem Género» decorre a partir das 14h30, no edifício da antiga Alfândega, e está aberta a toda a comunidade.
O Vianense B empatou este domingo a duas bolas (2-2) no terreno do Campos, na sétima jornada da Segunda Divisão da Associação de Futebol de Viana do Castelo, MKA, e ocupa a liderança do campeonato com 19 pontos.
O Santa Luzia FC conquistou este sábado a primeira vitória na Liga Feminina de Futsal, ao vencer o GD Árvore por 2-1, no Pavilhão Municipal José Natário, em Viana do Castelo, em encontro da 5ª jornada da competição.
O Sport Clube Vianense perdeu este domingo na receção ao São João de Ver, por 1-3, em encontro da 7.ª jornada da Liga 3, disputado no Estádio Dr. José de Matos, em Viana do Castelo.