O coordenador do STOP estima que mais de cem mil pessoas estejam na manifestação este sábado em Lisboa, um "mar de gente" que aderiu ao protesto marcado há uma semana contra os serviços mínimos nas escolas.

Às 15:25, as informações que o Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (STOP) tinham eram as de que “ainda havia pessoas em frente ao ministério a Educação para engrossar esta marcha”, que se dirige ao Palácio de Belém, contou à Lusa o coordenador André Pestana, em cima do autocarro que estava a mais de 1,5 quilómetros de distância do ministério.
André Pestana salientou o facto de um “mar de gente ter aderido ao protesto que foi marcado apenas há sete dias”, na passada sexta-feira, quando o STOP tomou conhecimento que a tutela pretendia que fossem estabelecidos serviços mínimos nas escolas caso as greves continuassem em fevereiro.
O STOP iniciou em dezembro um conjunto de greves de professores e pessoal não docente que ainda está a decorrer, tendo uma das maiores associações de pais, a Confap, pedido que fossem garantidas condições para que os alunos pudessem permanecer nas escolas.
Na semana passada, o ministério solicitou a definição de serviços mínimos para situações como a garantia de servir refeições aos alunos ou permitir a permanência dos alunos com necessidades educativas especiais.
Os professores que hoje se manifestam em Lisboa gritam contra uma “escola depósito” e uma “escola restaurante”, defendendo uma “escola para aprender e ensinar”.
Na primeira reunião, o STOP recusou a proposta do ministério, mas um colégio arbitral decidiu na sexta-feira que os serviços mínimos avançavam para as greves convocadas para fevereiro pelo STOP.
Entretanto decorrem outras duas greves, uma promovida pelo SIPE e outra por uma plataforma de sindicatos, da qual constam as duas maiores estruturas sindicais da área da educação: Fenprof e a FNE.
Os motivos dos protestos e greves iniciados em dezembro prendem-se com a proposta do ministério da educação para um novo modelo de recrutamento e colocação de professores, mas também para exigir a recuperação dos mais de seis anos em que os professores trabalharam mas viram a sua carreira congelada ou o fim das vagas de acesso ao 5.º e 7.º escalões.
Questionado pela Lusa sobre quais as condições necessárias para suspender as greves, André Pestana salientou que essa “não é uma decisão do STOP. São os milhares de pessoas que estão hoje a na rua que vão dizer quando parar”.
A manifestação de hoje é a terceira convocada pelo STOP desde dezembro. Além desta marcha, também a plataforma de estruturas sindicais agendou uma outra para dia 11 de fevereiro.
O Santa Luzia FC recebe este sábado, 7 de novembro, o Futsal Feijó, em encontro da sétima jornada da Liga Feminina Placard. A partida está marcada para as 18h00, no Pavilhão Municipal José Natário, em Viana do Castelo, com transmissão em streaming no Canal 11.
A Escola Superior de Educação da Universidade Politécnica de Viana do Castelo (ESE-UNIPVC) assinala, na segunda-feira, 9 de novembro, o seu 46.º aniversário, com uma cerimónia que inclui uma conferência de Pedro Cunha, diretor do Programa Gulbenkian Conhecimento, e a distinção de quatro estudantes pelo mérito académico.
O Voleibol Clube de Viana recebe este sábado, 7 de novembro, o Leixões, em encontro da quarta jornada da Liga UNA Seguros de seniores masculinos. A partida está marcada para as 16h00, no Pavilhão Municipal de Santa Maria Maior, em Viana do Castelo.
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O SC Vianense recebe este sábado, 7 de novembro, o Leça FC, em encontro da nona jornada da Série A da Liga 3 de futebol. A partida está marcada para as 15h00, no Estádio Dr. José de Matos, com transmissão televisiva no Canal 11.
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O preço mediano das casas à venda no distrito de Viana do Castelo atingiu os 1.764 euros por metro quadrado em outubro, um aumento de 10,3% face ao mesmo mês de 2025, segundo o índice de preços do idealista. Na cidade, a subida foi de 6,1%, com o valor a fixar-se nos 2.270 euros por metro quadrado.