O Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA) revelou hoje que a empresa Coindu, vai despedir esta semana 115 trabalhadores das fábricas em Arcos de Valdevez, Alto Minho, e Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga.

“A empresa Coindu irá levar a cabo um despedimento coletivo e já tem data para se iniciar. O despedimento coletivo iniciar-se-á ainda no decorrer desta semana e irá abranger trabalhadores de ambas as unidades produtivas, em Arcos de Valdevez e de Joane [Vila Nova de Famalicão], num total de 115 pessoas”, refere o SIMA em comunicado enviado às redações.
A agência Lusa contactou a administração da Coindu, fabricante de componentes para o setor automóvel, mas não obteve resposta.
O sindicato adianta estar preocupado com “o facto de este ser um segundo despedimento coletivo após o de final de 2023 e também pelo impacto que terá não só junto dos trabalhadores abrangidos como o dos que não sendo abrangidos vivem em clima de incerteza”.
Para o SIMA, este despedimento coletivo “tem ainda impacto junto das comunidades onde as unidades produtivas se inserem”.
“O SIMA já alertou para a importância de envolver as entidades oficiais, nomeadamente do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), para assegurar o acompanhamento e o encaminhamento dos trabalhadores abrangidos”, adianta a nota.
Em novembro último, em resposta por escrito a um pedido de esclarecimento da agência Lusa, a Coindu anunciou “a intenção de proceder a um despedimento coletivo de 103 dos 2.300 trabalhadores” e garantiu “não haver lugar ao encerramento de qualquer das suas unidades de produção”.
“Trata-se de um procedimento transparente e fundamentado que vem decorrendo com a maior serenidade e com a compreensão por parte dos trabalhadores da Coindu”, sustentava a empresa.
Na resposta então enviada à Lusa, a Coindu adiantava que iria “continuar a mover esforços no sentido de conseguir novas nomeações de projetos e manter em pleno funcionamento todas as unidades de Portugal, conforme tem vindo a ser praticado nos últimos 35 anos”.
“Neste sentido, a Coindu tem vindo a fazer um grande investimento nas áreas tecnológicas com vista a um posicionamento competitivo face aos mercados concorrentes de baixo custo”, acrescentou.
Em Portugal, a Coindu, fundada em 1988, tem unidades fabris em Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo, e em Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga.
Viana do Castelo vai voltar a ser palco de uma prova de SkyRunning no próximo dia 7 de junho, com a realização do V Vertical Elevador de Santa Luzia, organizado pela Associação Trilhos de Viana.
O Festival da Juventude voltou a encher o Centro Cultural de Viana do Castelo nos dias 30 de abril e 1 de maio, reunindo mais de 1.300 participantes entre alunos, associações juvenis e público em geral.
O presidente da Câmara de Viana do Castelo, Luís Nobre, assumiu a presidência do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular, após a demissão de Miguel Fernández do cargo de alcalde de Lugo, na sequência da moção de censura aprovada esta manhã.
A União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela vai lançar a iniciativa cultural “À Sexta no Coreto”, um projeto de dinamização cultural que pretende levar música, teatro amador e momentos de convívio ao Jardim Dom Fernando, em Viana do Castelo.
O cabaz alimentar de 63 produtos essenciais monitorizado pela DECO PROTESTE voltou a registar uma subida esta semana, fixando-se nos 261,89 euros. O valor representa um aumento de 3,37 euros face à semana anterior e constitui o nível mais elevado desde o início da monitorização, em 2022.
Os municípios de Ponte da Barca e Monção recebem, durante o mês de maio, novas ações do CAPACITEATRO, iniciativa promovida pelo Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana em parceria com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho.
A Ocean Winds concluiu a quarta edição do programa educativo “Wind Experts”, uma iniciativa de sensibilização ambiental que já envolveu cerca de 500 alunos do ensino básico do concelho de Viana do Castelo ao longo das várias edições.