Sete concelhos da Galiza e do Norte de Portugal manifestaram-se unidos em prol da certificação do Caminho (da Nossa Senhora) do Norte a Santiago.

Alcaldes, alcaldesas, presidentes e representantes municipais de Tomiño, Gondomar, Redondela, Vila Nova de Cerveira, Póvoa de Varzim, Viana de Castelo e Caminha reuniram-se, esta sexta-feira, no Espaço Fortaleza de Goián, em Tomiño, para assinar a declaração da ‘Vila da Barca’. Este documento serve de apoio a este caminho de origem medieval, com um grande valor natural, patrimonial e imaterial ao longo dos seus 200km.
“Damos o segundo passo de um caminho que vai ser longo, mas esta variante do Caminho de Santiago é mais um símbolo das novas pontes de amizade na Europa, que entende o valor da cooperação transfronteiriça que nos caracteriza porque o Minho para nós é um rio que nos une”, destacou a alcaldesa de Tomiño, Sandra González.
O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira salientou que esta iniciativa “é um exemplo de que a colaboração e as relações transfronteiriças fazem de nós um território único”.
Para Rui Teixeira “este caminho podia ser uma mera ação de marketing, mas não o é, pois, a sua história está fundamentada e tem marcas no território. Este caminho é importante para o desenvolvimento económico, sustentado no turismo”.
O Caminho (da Nossa Senhora) do Norte a Santiago trata-se de uma “Ruta Jacobea” com início na Igreja de S. Pedro de Rates, no concelho da Póvoa de Varzim, atravessando os concelhos portugueses de Barcelos, Viana do Castelo, Caminha e Vila Nova Cerveira, e os concelhos galegos de Tomiño, Gondomar, Vigo e Redondela, local onde interceta com o Caminho Português rumo a Santiago de Compostela. A passagem no rio Minho fazia-se pela extinta Vila da Barca, hoje Goian (Tomiño), uma das travessias mais importantes do rio Minho, que se encontra referenciada no segundo Foral a Vila Nova de Cerveira, atribuído por D. Manuel I, em 1512.
Os sete concelhos comprometem-se a preservar a herança cultural, através da proteção e divulgação deste caminho.
O ato de assinatura contou com a apresentação da alcaldesa de Tomiño, Sandra Gonzalez, e do presidente de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, contando com a presença do alcalde de Gondomar, Paco Ferreira; a concelleira de Redondela, Iria Vilaboa; a vereadora de Póvoa de Varzim, Maria Lucinda Campos Amorim Ramos; a vereadora de Viana do Castelo, Fabíola Oliveira; o vereador de Caminha, João António Branco Pinto; e do vice-presidente de Turismo de Porto e Norte de Portugal, Inácio Ribeiro.
O projeto de reconhecimento e valorização deste caminho começou há aproximadamente um ano com o trabalho iniciado pela Eurocidade Cerveira-Tomiño.
O concurso para a concessão da exploração e organização do “Arraial da Romaria” de Nossa Senhora d’Agonia 2026 ficou deserto, depois de não ter sido apresentada qualquer candidatura.
Os D.A.M.A. são o grande destaque da Romaria de São Bartolomeu, que decorre entre 18 e 24 de agosto, em Ponte da Barca. A banda portuguesa sobe ao palco no dia 20, às 23h00, para um concerto de entrada gratuita que deverá atrair milhares de pessoas à vila.
As Festas do Concelho de Valença arrancam na próxima sexta-feira, 7 de agosto, com os concertos dos Sons do Minho e de Sara Correia. A primeira noite contará ainda com as atuações dos DJs Pete Tha Zouk e Pedro Borges.
O NEOPOP 2026 arranca esta quinta-feira, 6 de agosto, junto ao Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, levando novamente à cidade alguns dos principais nomes da música eletrónica.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) é a única instituição portuguesa a integrar o My Farm, projeto europeu que pretende tornar as explorações agrícolas mais sustentáveis, resilientes e capazes de gerar valor para além da produção de alimentos.
Viana do Castelo liga esta quinta-feira, 6 de agosto, as iluminações da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia. Cerca de 1,5 milhões de pontos de luz, instalados ao longo de 9,8 quilómetros de ruas, vão transformar o ambiente da cidade e anunciar a aproximação das festas.
A Comissão Concelhia de Viana do Castelo do PCP acusa o Governo de agravar a crise da habitação e de dirigir uma “autêntica declaração de guerra aos inquilinos”, numa altura em que a cidade registou a maior subida homóloga das rendas entre as capitais de distrito portuguesas.