No dia 1 de abril, segunda-feira de Páscoa às 16h00 (PT), a Cruz Pascal vai atravessar o rio Minho, num tradicional compasso pascal transfronteiriço, com o emblemático Lanço da Cruz.

O rio Minho vai ser palco desta tradição pascal, dos pescadores de Cristelo Covo, em Valença (Portugal) e de Sobrado, em Tomiño (Galiza).
O Município de Valença submeteu a candidatura da tradição do Lanço da Cruz a Património Imaterial Nacional e, nesse sentido, este ano, espera-se a presença de uma equipa da Direção Geral do Património que irá a avaliar o evento, assim como milhares de minhotos e galegos nas duas margens, nesta festividade onde a tradição, a fé e a devoção misturam o cristianismo com os mais antigos cultos pagãos das águas.
O Santuário da Senhora da Cabeça, o parque de merendas do Cais de Sobrado e o rio Minho são os palcos desta autêntica romaria galaico-minhota que decorre sempre na segunda-feira imediata ao fim de semana da Páscoa.
Pelas 16h00, depois da visita pascal a Cristelo-Covo, o pároco com a Cruz Pascal, entra num barco de pesca, no Cais da Fonte e dirige-se até ao meio do rio. Em Sobrado, o desfile dos Chimpins (pequenos tratores) enfeitados, cheios de populares e com a Cruz Pascal dirige-se para o rio, onde os populares embarcam nos barcos de pesca.

A meio do rio encontram-se as duas cruzes, beijadas pelos párocos e comitivas.
A portuguesa segue para Sobrado e a galega para Cristelo Covo, sendo dada a beijar nas duas margens, entre o soar dos bombos, das pandeiretas, das castanholas, concertinas e gaitas de foles.
Também os pescadores lançam redes benzidas ao rio, onde todo o peixe que sair no lance é para o pároco.
Após a cruz portuguesa ter sido dada a beijar em Sobrado, todos se encaminham para o Cais de Sobrado onde começa a procissão fluvial em direção ao Cais da Fonte, em Cristelo-Covo. Daqui as duas cruzes e os respectivos padres seguem pela marginal do
rio, “em romaria” até ao Santuário da Senhora da Cabeça, subindo a escadaria até à Capela onde os Zés Pereiras darão o remate ao Lanço da Cruz de 2024.
Em Ponte de Lima, a celebração dos 200 anos das Feiras Novas vai dar origem a uma exposição fotográfica participativa que pretende envolver a comunidade na construção de uma memória coletiva da romaria.
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As condições meteorológicas adversas que têm afetado o arquipélago dos Açores, com especial incidência no nevoeiro e na redução significativa da visibilidade, estão a provocar fortes constrangimentos na operação aérea interilhas e com ligação ao continente.
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