O Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, apresentou em Cracóvia (Polónia), as potencialidades de utilização comunitária do Castelo de Cerveira, durante o 4º Encontro Transnacional da rede ARCHETHICS, da qual o Município é parceiro no âmbito do programa URBACT.

Abordando novas perspetivas que potenciem o património dissonante, este encontro de trabalho de cariz europeu procura refletir e debater sobre o estado de desenvolvimento do Plano de Ação Local dos municípios afetos ao projeto.
No caso concreto de Vila Nova de Cerveira, esta é uma oportunidade para redefinir a estratégia para o Castelo D. Dinis, “devolvendo-o à comunidade local, como um espaço de convívio e celebração da rica história do concelho”.
Rui Teixeira reiterou a importância de transformar aquele monumento “num espaço de encontro entre gerações e entre os Cerveirenses e seus visitantes, sendo exequível implementar este programa em conjunto com vários parceiros: Fundação da Bienal de Arte Cerveira, Universidade Portucalense, Agrupamento de Escolas, Fábrica da Igreja Paroquial, Santa Casa da Misericórdia, e demais entidades do grupo de ação local”.
No encontro político, que decorreu no edifício da Câmara Municipal de Cracóvia, com presidentes e vereadores das cidades de Betera (Espanha), Gdansk e Cracóvia (Polónia), Kazanlak (Bulgária), Permet (Albânia) e Cesena (Itália), Rui Teixeira contextualizou “o passado dinâmico e o presente inerte e desanimador, com o impasse em torno da sua conversão em hotel, e cujas promessas do promotor não avançaram ao longo de quase seis anos”. “Temos ideias, temos parcerias, mas para que tal aconteça é fundamental que o Castelo seja devolvido aos Cerveirenses”, sublinhou o autarca cerveirense.
De realçar que estes encontros internacionais resultam de uma proposta incluída no Plano de Ação Integrado, do Grupo de Ação Local afeto ao projeto ARCHETICS, financiado pelo programa URBACT, do qual o Município de Vila Nova de Cerveira faz parte juntamente com mais nove cidades da União Europeia, partilhando a presença de um património ligado a um passado controverso, e abrindo novas perspetivas e oportunidades que potenciem esse património dissonante.
Os trabalhos da rede ARCHETHICS vão ter continuidade com novo encontro marcado para início de julho em Leipzig, na Alemanha.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) alcançou o terceiro lugar nacional no UI GreenMetric World University Rankings 2026, com 7912,5 pontos em 10 mil, mais 237,5 pontos do que na edição anterior. A instituição ocupa ainda a 260.ª posição a nível mundial, entre 2016 universidades de 110 países.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou 19 191 ações de fiscalização relacionadas com a proteção e bem-estar animal entre janeiro de 2024 e 31 de agosto de 2026. Durante este período, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) detetou 982 situações de abandono e 1 668 casos de mortes e maus-tratos a animais.
As doenças cardiovasculares continuam a representar a principal causa de morte em todo o mundo e em Portugal. Todos os anos, mais de 20 milhões de pessoas perdem a vida devido a problemas no coração e na circulação. No entanto, há um dado que a medicina reforça com urgência: cerca de 80% destas mortes precoces poderiam ser evitadas.