O atual presidente da Câmara de Caminha, Rui Lages, é o candidato do PS àquela autarquia do distrito de Viana do Castelo nas eleições de 2025, revelou a concelhia socialista.
Em comunicado, a Comissão Política do PS de Caminha diz que indicou Rui Lages como candidato às próximas autárquicas, “por unanimidade e aclamação”.
Esta será a primeira vez que Rui Lages vai a votos para o cargo de presidente da autarquia, já que nas autárquicas de 2021 o candidato foi Miguel Alves, que abandonaria a presidência para assumir uma secretaria de Estado no governo de António Costa (PS), deixando a Câmara de Caminha nas mãos do ‘vice’.
Citado no comunicado, Rui Lages diz que pretende encabeçar “um projeto político sólido, que não contará apenas com militantes do PS, mas também com a comunidade civil”.
O socialista promete uma candidatura aberta, pluralista, democrática e de respeito pelos ideais de Abril, procurando fomentar o diálogo e a participação cidadã, garantindo que as decisões municipais sejam tomadas de forma inclusiva e eficaz”.
“Connosco a população do concelho de Caminha sabe que a Câmara é de todos e para todos, onde ninguém fica para trás, com a proximidade na ação”, afirmou.
Em causa está “não apenas um projeto político, mas um movimento cívico em favor das nossas gentes, da nossa terra, do nosso futuro”, diz o atual presidente da Câmara de Caminha.
O PS de Caminha assinala a “experiência consolidada de gestão autárquica” e o “trabalho notório” do autarca, nomeadamente por conseguir “por duas vezes a descida do IMI [Imposto Municipal sobre Imóveis] e uma baixa no IRS e na derrama”.
A par disso, os socialistas destacam “a descida da dívida global” do município.
“A proximidade à população foi um dos pontos fortes que os militantes apontaram a Rui Lages. Um homem da terra, filho do concelho, com um foco permanente no bem-estar da população e no desenvolvimento sustentável do concelho”.
De acordo com a concelhia, “o principal compromisso assumido foi o de representar os interesses da comunidade de forma responsável, transparente e com um objetivo firme para com o desenvolvimento local”.
Natural de Caminha, Rui Lages tem 36 anos, é licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto e mestre em Direito Criminal pela Universidade Católica.
As condições meteorológicas adversas estão a dificultar a captura de lampreia nos rios Minho e Lima, afetando a atividade de cerca de duas centenas de embarcações e colocando em risco o rendimento anual de muitos pescadores da região.
Um deslizamento de terras ocorrido esta terça-feira, na União de Freguesias de Castro, Ruivos e Grovelas, em Ponte da Barca, destruiu parcialmente uma habitação e obrigou à retirada de sete pessoas, informou a Proteção Civil.
Viana do Castelo recebeu, entre os dias 6 e 8 de fevereiro, a VII Convenção do Mercado das Viagens, reunindo a maioria das agências da rede, parceiros estratégicos e diversos representantes de relevo do setor do turismo. O evento decorreu sob o lema “Rumo ao Futuro”, refletindo o foco na evolução e nos desafios do setor.
Um residente da freguesia de Chafé, no concelho de Viana do Castelo, doou cerca de 500 telhas destinadas a apoiar as zonas mais afetadas pelo recente mau tempo, informou a Junta de Freguesia.
O Comando Territorial de Viana do Castelo da Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou, entre os dias 2 e 8 de fevereiro, um conjunto de operações em todo o distrito, com o objetivo de prevenir e combater a criminalidade violenta, reforçar a fiscalização rodoviária e promover ações de sensibilização junto da população.
Trinta e quatro pessoas, entre as quais 18 crianças, foram realojadas preventivamente na zona ribeirinha de Valença devido ao risco de cheia do rio Minho, informou a Proteção Civil. A medida deverá manter-se pelo menos até esta terça-feira, dependendo das descargas da barragem da Frieira, em Espanha.
Portugal continental está hoje, terça-feira, sob forte instabilidade meteorológica, com previsão de chuva persistente e por vezes intensa, sobretudo nas regiões Norte e Centro, onde vigoram avisos laranja devido ao risco de acumulados elevados de precipitação.