Os três responsáveis dos municípios que constituem a “Eurocidade da Foz do Minho” reuniram-se em Caminha.
Rui Lages (Caminha), Roberto Carrero (A Guarda) e Ánxela Fernández Callís (O Rosal) tiveram oportunidade de debater formas de operacionalizar algumas das prioridades deste novo organismo, que tem por objetivo estabelecer sinergias e fortalecer os laços entre as comunidades, com vista ao desenvolvimento dos municípios e da região.
“A Eurocidade resulta da vontade dos autarcas, mas sobretudo do que é a nossa interpretação do interesse das nossas populações, que aliás é muito claro: há uma grande proximidade, culturas partilhadas e temos a certeza de que juntos somos mais fortes. Cabe-nos, enquanto políticos, transformar esta vontade e esta proximidade em ferramentas realmente capazes de alavancar os nossos territórios. Os municípios sufragaram a Eurocidade e é nela que estamos a trabalhar em contínuo”, explicam os três autarcas.
Este é verdadeiramente um trabalho em progresso, que tem já uma base bastante forte, mas que estamos verdadeiramente a iniciar, nesta nova fase, e que terá sempre novas etapas, porque há muito caminho a percorrer. Há trabalho que vai ser mais visível, que terá resultados tangíveis, outro é menos visível, mas nem por isso menos importante ou consequente. Esta reunião correu muito bem, fizemos progressos e estamos todos muito empenhados e muito otimistas.
Recorde-se que a criação da “Eurocidade da Foz do Minho” mereceu, em meados de junho último, a aprovação unânime do Executivo caminhense, tendo sido confirmada a seguir pela Assembleia Municipal.
Na altura foi também aprovada uma “Declaração de Interesse para a Criação da “Eurocidade da Foz do Minho”, onde se defende a importância da cooperação transfronteiriça enquanto um instrumento válido para alcançar uma maior unidade entre cidadãos europeus, capaz de facilitar projetos e ações que tenham efetiva incidência entre Caminha, A Guarda e O Rosal, tendo em vista o desenvolvimento dos três municípios e o consequente benefício que isso trará aos seus habitantes.
A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) registou, no dia 1 de janeiro, o primeiro nascimento de 2026. O bebé, de nome Bryam, nasceu às 00h06, por parto eutócico, apresentando um estado de saúde considerado bom.
Viana do Castelo fechou 2025 em grande destaque no panorama regional e nacional, com a realização do XXVII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e o avanço da construção da nova ponte entre Deocriste e Nogueira, marcando um ano de dinamismo político, cultural e económico.
O mês de novembro ficou marcado, em Viana do Castelo e no Alto Minho, por uma forte atividade política, social, ambiental, cultural e desportiva, com destaque para o anúncio da Cidade Desportiva, que prevê a construção de dois novos campos sintéticos e a criação de um Performance Hub da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), afirmando o concelho como polo estratégico do desporto nacional.
Viana do Castelo prepara-se para viver a passagem de ano mais aguardada da região. O New Year 2026, organizado pelo Santa Luzia Futebol Clube em parceria com a Collective, regressa pelo segundo ano consecutivo ao Centro Cultural de Viana do Castelo, prometendo uma noite de música, glamour e experiências exclusivas.
Luís Nobre, candidato do Partido Socialista, garantiu a reeleição para a presidência da Câmara Municipal de Viana do Castelo, alcançando 42,76% dos votos e mantendo cinco lugares no executivo. O resultado assegura a continuidade da equipa do mandato anterior e reforça a presença do PS na governação local.
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez está a reutilizar a madeira dos passadiços danificados da ecovia do rio Vez para substituir as casas abrigo das colónias de gatos do concelho, numa iniciativa que cruza sustentabilidade ambiental e bem-estar animal.
Setembro ficou marcado pelo início de dois grandes projetos que vão transformar a cidade: o novo Mercado Municipal, com obras a arrancar no terreno do antigo prédio Coutinho, e o TuViana, o novo sistema de transportes urbanos 100% elétrico que começou a operar, melhorando a mobilidade no centro histórico, periferia e freguesias.