O regulamento do geoparque litoral Viana do Castelo, que prevê a constituição de um conselho municipal de gestão daquele património, entra hoje em discussão pública, pelo prazo de 30 dias, segundo a publicação em Diário da República (DR).

De acordo com o documento, o conselho municipal de gestão será “um órgão consultivo de reflexão e consulta, representativo dos diferentes atores sociais locais, com a missão de estabelecer uma estrutura permanente de debate e participação relativamente a todas as matérias relevantes no âmbito do desenvolvimento do programa Geoparque Litoral de Viana do Castelo”.
O “território do geoparque litoral de Viana do Castelo, reconhecido pela Comissão Nacional da UNESCO como aspirante a Geoparque Mundial, abrange a área do concelho, cerca de 320 quilómetros quadrados, e é detentor de um excecional património geológico que permite compreender aspetos fundamentais sobre a forma como o território, que hoje é Viana do Castelo, evoluiu ao longo dos últimos 570 milhões de anos”.
A implementação do programa do geoparque do litoral de Viana do Castelo “resultou na classificação de 13 áreas como Monumentos Naturais Locais, na criação da rede escolar de ciência e de apoio à investigação científica, na instalação de infraestruturas de interpretação nas áreas classificadas, no lançamento de um ‘website’, aplicação móvel e visita virtual”.
O geoparque integra, também, uma rede de portas do geoparque, em Neiva, Arga e Atlântico, que se constituem como pontos de entrada no território para a promoção e divulgação do património local.
“Os geoparques, sobretudo a partir do reconhecimento da UNESCO e sua inserção no Programa Internacional de Geociências e Geoparques, têm sido referenciados como uma nova e importante forma de gestão territorial baseada no desenvolvimento sustentável dos territórios, com foco especial no geoturismo, aliando também a geoeducação e a geoconservação”, refere o projeto de regulamento hoje publicado em DR.
O “geoturismo tem como objetivo estimular a criação de atividades económicas suportadas na geodiversidade da região, envolvendo para isso a comunidade local, a educação pretende promover o estudo das geociências junto das escolas, assim como do público em geral e, a geoconservação pretende salvaguardar o património geológico de uma dada região para as gerações futuras”.
A UNESCO criou, em 2014, a Rede Mundial de Geoparques em parceria com a União Internacional de Ciências Geológicas, com o propósito de distinguir áreas naturais com elevado valor geológico, nas quais esteja em prática uma estratégia de desenvolvimento sustentado baseado na geologia e em outros valores naturais ou humanos.
Entre os representantes de aspirantes ao selo da UNESCO está o geoparque Litoral de Viana do Castelo.
A inventariação do projeto do geoparque começou em 2010. A classificação do património geológico do concelho, que integra um total de 13 monumentos naturais, ficou concluída, em 2018.
O filme “O Legado em Cada Gesto – Romaria d’Agonia”, produzido pela VianaFestas, conquistou o Silver Award na categoria Tourism Products no Terres Travel Festival – Films & Creativity 2026, realizado em Tortosa, Espanha.
Chamemos-lhe António. Tem 82 anos. Não existe exatamente — ou, melhor, existe em muitos dos doentes que se sentam à minha frente.
O atleta olímpico Fernando Pimenta visitou a Escola Secundária de Santa Maria Maior, em Viana do Castelo, no âmbito das VI Jornadas da Atividade Física, num encontro com os alunos dedicado à motivação, à determinação e à perseverança.
Ponte da Barca recebe, no dia 18 de outubro, uma caminhada solidária para sensibilizar a população para a importância da prevenção do cancro da mama. A iniciativa é organizada pelo município, em parceria com a Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional Norte.
O Parque Ecológico Urbano de Viana do Castelo recebe este sábado, 3 de outubro, às 18h30, um concerto dos professores da Escola de Música Amadeus dedicado ao repertório de Jorge Palma.
O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, reuniu-se com o presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM), acompanhado pela deputada à Assembleia da República Marina Gonçalves, para abordar os investimentos considerados estruturantes e urgentes na resposta de saúde à população.
A Autoridade Marítima Nacional (AMN) registou 30 vítimas mortais, 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros socorros entre 1 de maio e 30 de setembro, no balanço dos primeiros cinco meses da época balnear de 2026. Entre as ocorrências constam um afogamento em Caminha e uma morte por provável doença súbita em Esposende.