A Região Norte registou em 2024 uma retoma média de 48,6 quilos de embalagens por habitante, superando a meta nacional definida para o ano (44,9 kg) e posicionando-se acima da média do país. Os dados são da Sociedade Ponto Verde (SPV), que destaca o crescimento de 15% no volume de embalagens retomadas na região entre 2020 e 2024.
Apesar dos avanços, a SPV alerta que o vidro continua a ser o principal desafio. A retoma deste material registou um aumento de apenas 9% nos últimos quatro anos, ficando a região abaixo da meta nacional de 2024 e ainda mais distante do objetivo europeu de 65% de taxa de retoma até 2025.
Entre os municípios, há disparidades significativas. Concelhos como Braga e Porto apresentam desempenhos próximos das metas europeias, enquanto outros, como Valença e Vila Real, continuam aquém dos objetivos definidos, revelando desigualdades nos sistemas de gestão de resíduos.
O financiamento aos sistemas de gestão de resíduos urbanos (SGRU) na região também cresceu: os valores de contrapartida aumentaram 37%, passando de 25,5 milhões de euros em 2020 para 35 milhões em 2024. No entanto, esse investimento não se refletiu de forma proporcional no desempenho da retoma de vidro.
Em 2025, o investimento nacional no Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE) deverá atingir os 219 milhões de euros, mais 99 milhões do que no ano anterior. A SPV defende que esse reforço deve traduzir-se em resultados concretos no terreno, com mais ecopontos, recolhas mais frequentes, inovação tecnológica e maior envolvimento das populações.
“No Norte, onde a pressão urbana e industrial é maior, a gestão de resíduos não pode ser apenas uma resposta técnica. Tem de ser uma prioridade política, com impacto direto na qualidade de vida e no futuro coletivo”, afirma Ana Trigo Morais, CEO da SPV.
A nível nacional, a taxa de retoma de embalagens situou-se nos 57,8% em 2024, ainda aquém da meta de 65% prevista para 2025. Apesar de um investimento de 95 milhões de euros só no primeiro semestre deste ano, o crescimento foi de apenas 2% face a 2023. No caso do vidro, houve mesmo uma quebra de 1% na reciclagem, o que corresponde a menos 1.300 toneladas recuperadas.
Para reverter esta tendência, a SPV apresentou um conjunto de propostas: reforço da rede de ecopontos, recolhas mais eficientes, introdução de sensores e rotas inteligentes, criação de sistemas de depósito com reembolso, incentivos à separação correta e mais ações de sensibilização junto das comunidades e escolas.
Com este manifesto regional, a entidade pretende ainda chamar a atenção para a ausência da temática ambiental no debate político local.
“Mais do que discutir metas distantes, é urgente promover soluções de proximidade e garantir que o Norte seja o motor da sustentabilidade nacional”, conclui Ana Trigo Morais.
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