O presidente da Câmara Municipal de Valença, José Manuel Carpinteira, apontou o mês de setembro para o início da empreitada de reconstrução da fortaleza, estimada em dois milhões de euros, que ruiu parcialmente na sequência do temporal de 1 de janeiro.
Em declarações à agência Lusa, José Manuel Carpinteira explicou ter recebido “a minuta do protocolo de colaboração a estabelecer entre o município, a Direção-geral de Tesouro e Finanças, Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN) e o Fundo de Salvaguarda do Património Cultural que transfere para a Câmara de Valença a responsabilidade de reconstrução”.
Com a “assinatura digital do documento, prevista para esta semana”, adiantou, o município do distrito de Viana do Castelo “terá legitimidade para avançar com a abertura do processo de execução do projeto, abertura do concurso público e a empreitada de reconstrução da fortaleza”.
No dia 1 de janeiro, duas zonas da muralha sofreram derrocadas e outras partes daquela estrutura foram identificadas como estando em risco de derrocada, com diversas fissuras, na parte norte da fortaleza.
Até sexta-feira, acrescentou o presidente da Câmara Municipal de Valença, a autarquia vai formalizar uma candidatura para o financiamento da reconstrução da fortaleza, “que será assumido em 60% pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), sendo que os restantes 40% ficam a cargo do Fundo de Salvaguarda do Património Cultural”.
O monumento, classificado como Património Nacional desde 1928, está sob a tutela do Ministério das Finanças, mas cabe à DRCN acompanhar o município na reabilitação do pano de muralha que ruiu, na zona da Coroada.
Segundo o autarca socialista, continua restringido o acesso aos túneis dos patamares inferiores dos baluartes do Socorro e do Carmo, junto à Pousada de São Teotónio, uma das zonas críticas identificada e que está a ser monitorizada por técnicos do município.
A fortaleza encontra-se em processo de classificação como Património da Humanidade, pela UNESCO. A candidatura conjunta com as fortalezas abaluartadas de Almeida e Marvão foi apresentada, em dezembro de 2022, à Comissão Nacional da UNESCO.
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Arrendar ou comprar casa continua a ser um desafio enorme para os portugueses. No último trimestre de 2025, famílias em Portugal gastaram, em média, 80% do salário com renda e 70% com a compra de habitação, segundo dados do portal imobiliário idealista.
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