Com entrada gratuita, a Guarda Nacional Republicana (GNR) abre as portas do Quartel do Carmo ao público, de segunda-feira a sábado e feriados, com a possibilidade de visita a espaços icónicos do Quartel, ao Museu da Guarda e acesso a uma exposição temporária intitulada “O Quartel do Carmo na Revolução de Abril”.

De recordar que o Quartel do Carmo foi o último local onde se hasteou a bandeira republicana, após a queda do regime monárquico, a 5 de outubro de 1910. Foi palco de revoltas e revoluções durante a Primeira República e foi o epicentro da queda da ditadura, a 25 de abril de 1974.
Palco principal da Revolução de 25 de abril de 1974, onde os acontecimentos ocorreram durante catorze horas. No interior do quartel, foi onde esteve o chefe do governo daquela altura, Marcello Caetano, e onde se rendeu ao General António Spínola. No exterior, no Largo do Carmo, estiveram ‘estacionadas’ as forças do Capitão Salgueiro Maia, que chegaram pelo meio-dia e ficaram até às sete e meia.
Além da sua história militar e religiosa (ligada a Nuno Álvares Pereira, à Batalha de Aljubarrota e ao Convento do Carmo), o Quartel do Carmo é procurado por portugueses e estrangeiros sobretudo pela ligação à revolução de 25 de Abril de 1974.
O Museu da GNR estará aberto entre as 10h e as 18h (última entrada às 17h30). A temática do 25 de Abril está bem presente no Museu com uma exposição permanente. Logo à entrada do Museu estão dispostos vários cravos e imagens da revolução que pôs fim à ditadura e no interior uma detalhada cronologia dos acontecimentos e o papel da Guarda nos mesmos. Também existe uma exposição temporária, onde a GNR mostra “O Quartel do Carmo na Revolução de Abril”.
Os restantes espaços do interior do quartel estarão abertos ao público das 10:00 às 12:00 horas e das 14:00 às 16:30 horas (última entrada às 16:00).
Nos dias úteis, o acesso à varanda panorâmica sobre o Rossio estará limitado entre as 16:00 e as 17:00 horas (última entrada às 16:30).
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
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