APolícia de Segurança Pública (PSP) destruiu nos últimos dez anos 303.208 armas apreendidas, sendo que na primeira operação realizada este ano foram destruídas 8.317, numa empresa especializada na Maia, Porto.

Sob o tema “Cada arma destruída não pode ser usada para matar, ferir ou intimidar”, a PSP associou-se na terça-feira ao evento mundial de eliminação de armas apreendidas, no qual participam várias agências das Nações Unidas em todo o mundo.
Segundo dados da PSP, em 2013 foram destruídas 16.695 armas, quantidade que veio a crescer nos anos seguintes até atingir as 37.351 em 2018, vindo desde esse ano a diminuir até ao ano passado (17.936) e no primeiro semestre de 2024 se cifrou em 8.317. Na nota, a PSP considera que um importante contributo para esta operação foram as ações de proximidade e informação realizadas pelos seus operacionais, em cooperação com a GNR, junto da população local e demais interessados.
No âmbito da responsabilidade da PSP em matéria de prevenção, pedagogia e informação relacionada com armas e explosivos realizaram-se, entre 2020 e 2023, 137 ações locais de policiamento de proximidade, promovendo licenciamentos e recolhas de armas, através da utilização de Unidades Móveis de Atendimento.
Para conseguir chegar a mais cidadãos, com especial atenção a todos aqueles que visitam Portugal durante o período de férias, a PSP, em coordenação com a GNR, realizará, entre 22 de julho a 11 de agosto de 2024, a Operação “Armas em segurança, tour de Verão”.
Desde 2020, a PSP te vindo a aumentar as ações de policiamento de proximidade e promoção do licenciamento e recolha de armas, tendo começado em 19 e realizado no ano passado 42, ano em que realizou 202 operações de fiscalização da caça, 127 de informação e sensibilização em matéria de armas e explosivos e efetuado 2.900 fiscalizações.
No âmbito deste procedimento, desde 2019 e até este ano, a PSP efetuou também a destruição de 42.595 quilogramas de munições e cartuchos recebidos ou apreendidos, bem como 881 aerossóis (gás de defesa).
Iúri Leitão foi recebido esta quarta-feira na Câmara Municipal de Viana do Castelo, depois de conquistar, pela segunda vez, o título de campeão do mundo de omnium nos Mundiais de Ciclismo de Pista de 2026, realizados em Xangai, na China.
O vereador da Câmara Municipal de Viana do Castelo Ricardo Rego participou como orador na Conferência ERS’26, realizada a 15 de outubro, no Porto, sob o tema «Regulação em Saúde: Antecipar Mudanças e Construir Respostas».
A NKT inaugurou, esta terça-feira, 20 de outubro, a ampliação da fábrica de cabos elétricos de Esposende, num investimento de 50 milhões de euros que permitiu integrar mais de 150 novos trabalhadores. A unidade emprega agora cerca de 580 pessoas.
A apresentação do livro “Sociedade Ansiosa”, do psiquiatra Pedro Morgado, marcou o encerramento da Semana da Promoção da Saúde Mental de Paredes de Coura, numa sessão que encheu a Biblioteca Municipal.
Os seis municípios acionistas da Resulima contestam o aumento previsto dos custos de gestão e tratamento de resíduos urbanos em 2027, que deverá rondar os 25%. As autarquias consideram a subida excessiva e alertam para a possibilidade de os encargos se refletirem nas tarifas pagas pelas famílias.
O distrito de Viana do Castelo registou a segunda maior percentagem de casas vendidas em menos de sete dias no terceiro trimestre de 2026. Segundo uma análise do portal imobiliário idealista, 18% dos imóveis anunciados para venda no distrito foram vendidos nesse prazo, acima da média nacional de 12%.
A Distrital do CHEGA de Viana do Castelo denunciou atos de vandalismo contra outdoors do partido na cidade e anunciou que vai apresentar queixa junto das autoridades policiais.