O grupo parlamentar do PSD pediu uma audição à comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão sobre o encerramento, no final de dezembro, da unidade da Coindu em Arcos de Valdevez que vai despedir 350 trabalhadores.

No requerimento, os deputados do PSD requerem à comissão de Trabalho, Segurança Social e Inclusão a audição da administração do grupo Coindu – Componentes Para a Indústria Automóvel, S.A, da comissão de trabalhadores, dos secretários de Estado da Segurança Social e, do Trabalho.
Na segunda-feira, o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA) revelou o encerramento da fábrica de Arcos de Valdevez, no distrito de Viana do Castelo e, o despedimento dos 350 trabalhadores.
No pedido de audição, o PSD refere que “quer pela especificidade do processo quer pela dimensão do número de trabalhadores que verão os seus vínculos de trabalho rescindidos (…) o assunto deve ser alvo de análise”.
“Cumprindo os desígnios do programa deste Governo, importa garantir em situações desta dimensão que o poder político e os serviços da administração pública estão preparados para dinamizar e articular devidamente as respostas necessárias, para que rapidamente os trabalhadores em situação de desemprego encontrem um novo projeto profissional”, refere o documento.
O requerimento, que deu entrada na quinta-feira na Assembleia da República, assinado pelos deputados Emília Cerqueira, eleita pelo distrito de Viana do Castelo, Isaura Morais, Carla Barros e João Antunes dos Santos destaca que “a proteção social deve ser célere para que nenhum trabalhador fique sem apoio, pugnando o Estado para que todos vejam os seus direitos serem respeitados, na certeza de que este Governo deverá operar os mecanismos legalmente aplicáveis, através das entidades, serviços públicos, de proximidade”.
Em Portugal, a Coindu, fundada em 1988, tem unidades fabris em Arcos de Valdevez e em Joane, Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
Alunos dos cursos profissionais de Técnico de Multimédia e de Sistemas de Informação e Redes da Escola Secundária de Monserrate participaram, na sexta-feira, 25 de setembro, numa caminhada de integração até ao Monte de Santa Luzia, em Viana do Castelo.
O Observatório Jovem de Valença está a levar às escolas o desafio de envolver os jovens na reflexão sobre o futuro do concelho. Ao longo desta semana, técnicos da área da Juventude estão a percorrer as turmas do ensino secundário do Agrupamento Muralhas do Minho para apresentar o projeto e explicar aos alunos de que forma podem participar.
David Mendes, presidente da Viana Ciclável, parte de Viana do Castelo a 5 de outubro para uma viagem de bicicleta até Antália, na Turquia. Prevê percorrer cerca de 4.700 quilómetros, sozinho e sem apoio motorizado, para chegar a 9 de novembro, dia em que começa a conferência das Nações Unidas sobre as alterações climáticas.