A Pousada da Juventude de Melgaço, que funciona como residência estudantil em época baixa, vai ter obras de 580 mil euros financiadas em cerca de 409 mil euros pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), revelou a autarquia.
Em comunicado, o município do distrito de Viana do Castelo explica que “viu aprovada a candidatura para adaptação da Pousada de Juventude para alojamento estudantil” com capacidade para 38 camas.
O objetivo da empreitada, cuja conclusão está prevista para o final de 2025, é “incrementar a eficiência energética do edifício e promover a sustentabilidade ambiental”.
Propriedade da MoviJovem, a Pousada da Juventude “é um edifício do início do século destinado a alojamento turístico destinado a jovens, a preços acessíveis”, continuando “a ter esta utilização nos períodos não letivos”.
“Em novembro de 2021, num acordo tripartido, a Movijovem cedeu o imóvel ao município, que por sua vez o cedeu aos Serviços de Ação Social do IPVC [Instituto Politécnico de Viana do Castelo] para que fosse explorado como alojamento estudantil em período letivo”, descreve a autarquia.
As obras agora em causa “passam pela correção de algumas patologias do edifício, designadamente de infiltrações e humidades, bem como a renovação dos sistemas de AVAC, instalação de bombas de calor, substituindo caldeiras ineficientes a gás e a introdução de painéis fotovoltaicos para produção de eletricidade para autoconsumo”, entre outras.
Citado na nota de imprensa, o presidente da Câmara, Manoel Batista, explica que a intervenção “visa solucionar vários problemas existentes, criando sinergias entre os diferentes atores e ativos territoriais”.
“De facto, a pousada poderia continuar subocupada e a gerar défices, mas com esta solução mantemos a sua rentabilidade na época alta e incrementamos a sua utilização e sustentabilidade fora da época alta, enquanto solucionamos o problema de falta de oferta de alojamento estudantil a custos acessíveis no território”, disse.
O autarca avança que a intervenção prevê “uma redução de cerca de 43,8% de consumo em energia primária, bem como uma redução de 57,2% das emissões de dióxido de carbono”.
A Câmara explica ainda que, apesar da capacidade atual do alojamento ser de 58 camas, “para alojamento estudantil, atendendo aos critérios legalmente fixados, fixou-se a tipologia de quartos em duplos, o que determina a capacidade em 38 camas”.
“Dessa forma, deixam de existir quartos triplos ou quádruplos, incrementando o bem-estar e conforto dos estudantes”, refere.
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