A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) acaba de lançar o projeto CIBUS, uma iniciativa inovadora que visa reduzir a perda e o desperdício de alimentos ao longo da cadeia de produção e abastecimento. A apresentação aos parceiros, realizada na semana passada, marcou o início deste projeto internacional, que reúne entidades públicas, privadas e a sociedade civil à volta de um objetivo comum: promover a sustentabilidade alimentar.

O projeto CIBUS, cujo nome provém do latim para “comida” ou “nutrição”, tem como principal meta reforçar a capacidade das entidades públicas para conceber, implementar e monitorizar políticas integradas e inovadoras que abordem os desafios do desperdício alimentar. Alinhado com as recomendações da plataforma da UE sobre Perdas e Desperdício de Alimentos, o projeto foca-se na criação de plataformas multistakeholders, tanto digitais como físicas, para envolver todos os setores, partilhar conhecimento e identificar medidas com impacto positivo. Além disso, o CIBUS reforça a capacidade de inovação entre os intervenientes da cadeia alimentar, promovendo abordagens intersetoriais, circulares e criando novas oportunidades de mercado. O projeto também procura aumentar a disponibilidade, consistência e transparência de dados, através da criação de quadros de avaliação adequados, e definir estratégias globais para prevenir e reduzir a perda e o desperdício de alimentos, alinhadas com a Meta 12.3 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Utilizando a metodologia Food Design Thinking, o projeto coloca os stakeholders no centro do processo, garantindo que as soluções desenvolvidas correspondam às necessidades reais e aos desafios enfrentados ao longo da cadeia alimentar.
Manoel Batista, presidente da CIM Alto Minho, expressou o seu entusiasmo pelo início do projeto, destacando a sua importância para enfrentar o desperdício alimentar na Europa, e em particular no Alto Minho, sublinhando que a colaboração com parceiros de diferentes setores e países será crucial para desenvolver soluções inovadoras e eficazes, com impacto positivo duradouro na sustentabilidade alimentar.
O projeto CIBUS, financiado pelo programa Interreg Europe, é uma colaboração internacional que junta parceiros de vários países europeus, como Portugal, Bulgária, Finlândia, Chipre, Dinamarca, Irlanda, Roménia e Bélgica. O projeto decorrerá entre 2024 e 2028, com atividades que incluem reuniões regionais e inter-regionais, desenvolvimento de materiais informativos e educativos, implementação de políticas e monitorização de resultados.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.
Dois recipientes cerâmicos provenientes de Chafé e Anha, no concelho de Viana do Castelo, foram alvo de recolha de amostras na Casa dos Nichos, no âmbito de uma investigação do arqueólogo Luciano Vilas Boas sobre as práticas funerárias das comunidades da Pré-História Recente.
A Casa do Povo de Freixo garantiu o apuramento para a segunda eliminatória da Taça de Portugal feminina de futsal Placard, ao vencer no reduto do CR Candoso, por 2-0. O GD Castanheira foi eliminado, após perder por 3-0 na deslocação ao Mondinense FC.
A exposição itinerante “Saúde Mental – 5 lugares, 5 realidades” foi inaugurada esta sexta-feira, no Jardim D. Fernando, em Viana do Castelo. Promovida pela União das Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela, a iniciativa pretende sensibilizar a comunidade para a saúde mental através da arte, do diálogo e da partilha de experiências.
O presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura, Tiago Cunha, defendeu, em Tomar, a valorização da infraestrutura verde como instrumento de desenvolvimento dos territórios rurais, durante o Encontro Nacional dos Arquitectos Paisagistas (ENAP’26).