Cerca de 200 profissionais da educação do distrito de Viana do Castelo concentraram-se na entrada da escola secundária de Santa Maria Maior, numa vigília de protesto "contra a situação muito difícil" da escola pública.

A vigília de protesto, que começou às 07:00 de segunda-feira na entrada da escola secundária de Santa Maria Maior, e, termina às 24:00 desta terça-feira, foi organizada em “solidariedade para com o grupo de mais de uma centena de profissionais da educação que se deslocaram a Bruxelas e que ontem foram recebidos pelas instituições da União Europeia (UE).
Em frente à escola foram montadas oito tendas de campismo, as grades do estabelecimento de ensino cobertas por cartazes com palavras de ordem e das colunas ecoavam músicas de intervenção de Zeca Afonso e Vitorino.

“As tendas representam a precariedade. O que vulgarmente se chama de andar com a casa às costas (…) É o símbolo do que muitos professores vivem literalmente. Se não é em tendas, é em carros, ou em quatros porque não há capacidade de suportar duas casas. Uma onde está a família e, a outra, no local de trabalho”, explicou César Brito que pertence ao grupo de coordenação das comissões de greve dos agrupamentos de escolas na área do concelho de Viana do Castelo.
O docente avisou que “parar” com os protestos “está fora de hipótese”, porque, “neste momento, há duas discussões” em cima da mesa, “uma laboral, e outra, mais séria e mais profunda” que é “o futuro do ensino público em Portugal”.

Paulo Cunha, professor em Valença, sublinhou que a ação abrange “profissionais da educação de todo o distrito de Viana do Castelo e até do distrito de Braga que estão cansados e querem mostrar um cartão amarelo, senão vermelho ao ministro da Educação”.
“Neste momento, o ministro da Educação já não é parte da solução. Vamos vendo isso nas várias negociações que vai tentando empurrar com a barriga. Os problemas vão-se agudizando e a escola continua, em bom rigor, paralisada. Está numa situação muito difícil, não só para os professores, como para os alunos. É muito preocupante”, referiu.
José Alberto Araújo, docente na escola secundária de Monserrate, sublinhou que o “movimento inédito” que os docentes têm protagonizado.
“Depois do 25 de abril nunca houve um espírito de união tão forte. Não vamos parar. Este movimento ultrapassa as questões partidárias e sindicais. Curiosamente, cada vez nos unimos mais.
Um sarau cultural e um recital de poesia fazem parte do protesto dos profissionais da educação do distrito de Viana do Castelo.

O Club Lote 5, situado na Marina de Viana do Castelo, promove este sábado transmissão do jogo entre a Colômbia e Portugal, seguido de animação com DJ's até às 06h00 da manhã.
O Cineteatro dos Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora recebe, no próximo dia 5 de julho, às 17h00, a estreia de "A Tentação de Santo António – Nem Dalí Nem Daqui", a mais recente produção do Laboratório Kriativo, projeto de teatro comunitário promovido pela Krisálida que volta a reunir participantes de várias freguesias do concelho de Caminha.
O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira, participou como orador convidado na conferência internacional “A Territorial Approach to the SDGs”, realizada no Porto, onde defendeu o papel dos municípios na concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pela Agenda 2030 das Nações Unidas.
A Praça 1.º de Maio, em Viana do Castelo, acolhe até ao próximo dia 17 de julho uma exposição dedicada aos 40 anos da Carta de Ottawa para a Promoção da Saúde, documento de referência mundial na área da saúde pública.
A Biblioteca Municipal de Valença recebe, na próxima sexta-feira, 26 de junho, pelas 21h00, mais uma edição das Sextas Literárias, desta vez dedicada à escritora e ativista galega Begonha Camanho, distinguida este ano pelo Dia das Letras Galegas.
Viana do Castelo recebe, entre os dias 27 de junho e 5 de julho, as comemorações do 74.º aniversário da Força Aérea Portuguesa, num programa que levará à cidade dezenas de iniciativas destinadas a aproximar a instituição da população e a dar a conhecer a sua missão.
A Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV) voltou a lançar o alerta para os riscos dos mergulhos em águas pouco profundas ou desconhecidas, numa altura em que milhares de portugueses procuram praias, rios e piscinas para enfrentar as temperaturas mais elevadas.