As federações nacionais da Educação (FNE) e dos professores (Fenprof) afirmaram, esta quarta-feira, que as 20 mil vagas anunciadas para fixar os docentes nas escolas são insuficientes para satisfazer as necessidades.

Na terça-feira, foi publicada em Diário da República a portaria que determina a abertura de 20.853 vagas em quadros de escola, para que professores vinculados nos quadros de zona pedagógica (QZP) possam aproximar-se de casa e fixarem-se numa escola específica.
O diploma determina ainda a abertura de 7.077 vagas para a vinculação aos quadros do Ministério da Educação de docentes contratados.
As duas principais estruturas representativas dos professores consideraram hoje que os lugares disponibilizados para os concursos interno e externo deste ano são insuficientes e não respondem às necessidades dos estabelecimentos de ensino.
“Representando estes números um avanço quando comparados com anos anteriores, a FNE considera que não são os suficientes para responder às reais necessidades das escolas”, escreve a federação em comunicado.
Preocupada com a persistente falta de professores, a FNE sublinha que os alunos ainda estão a recuperar do impacto da pandemia da covid-19 nas aprendizagens, exigindo por isso mais profissionais.
Por outro lado, referem ainda o aumento do número de estudantes estrangeiros, a redução do número máximo de alunos por turma e o desdobramento de turmas em aulas de caráter prático e experimental.
Também a Fenprof sublinhou a insuficiência das vagas disponibilizadas e acrescenta que “a abertura de vagas, só por si, não resolverá o grave problema da falta de professores”.
“Tudo indica que as vagas divulgadas ainda não correspondem às necessidades reais das escolas e dos agrupamentos”, refere e organização sindical.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, alertou esta sexta-feira para a possibilidade de Portugal enfrentar um verão “muito duro” em matéria de incêndios rurais, apelando à população e aos proprietários florestais para reforçarem a limpeza dos terrenos.
O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo participou numa reunião com a Ministra do Ambiente e Energia, que contou ainda com a presença de representantes da empresa Águas do Alto Minho e dos municípios de Paredes de Coura, Valença, Arcos de Valdevez, Ponte de Lima e Vila Nova de Cerveira.
O Grupo Parlamentar do CHEGA questionou o Governo sobre os achados arqueológicos identificados no terreno do antigo Prédio Coutinho, em Viana do Castelo, local onde está prevista a construção do novo Mercado Municipal.
Viana do Castelo recebe esta sexta-feira, 8 de maio, o arranque do XXIV LETHES – Festival de Tunas da Cidade, com as tradicionais Serenatas na Porta Mexia Galvão.
O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Luís Nobre, garantiu esta quarta-feira que a autarquia está a atuar “com todo o rigor técnico e científico” na preservação, através do registo arqueológico, dos vestígios do antigo Convento de São Bento, descobertos no âmbito da construção do novo Mercado Municipal.
O atleta do Centro de Atletismo Olímpico Vianense (CAOV), Usumane Djumo, iniciou a temporada de atletismo ao ar livre em destaque, ao conquistar dois segundos lugares consecutivos nos 110 metros barreiras, em competições realizadas em Lisboa e Albufeira.
O Museu de Artes Decorativas inaugurou na sua nova ala a exposição temporária “Cerâmica vidrada: Azulejo e outras conexões artísticas, no Espaço e no Tempo”, uma mostra que convida o público a revisitar a história do azulejo entre os séculos XV e XX, através de uma das mais significativas coleções do país.