Com aproveitamento da antiga linha férrea entre os municípios de Monção e Valença, desativada em dezembro de 1989, o primeiro troço da Ecopista do Rio Minho, unindo o Apeadeiro de Cortes, em Monção, à ponte seca, em Valença, foi inaugurado em novembro de 2004.

Com a abertura deste percurso de 17 quilómetros, os dois municípios alargaram a capacidade desportiva, cultural e turística da região, reavivando a proximidade e o relacionamento de ambas as populações com o Rio Minho ou “Pai Minho” como, carinhosamente, os amigos e vizinhos galegos tratam aquele troço de água internacional.
Nos anos seguintes, o corredor ecológico, “colado” ao Rio Minho, ganhou mais quilómetros, chegando, numa primeira fase, ao Parque da Lodeira, junto à ponte internacional, e numa fase posterior, ao centro histórico de Monção, com entrada pela Porta de Salvaterra. Paralelamente, foi construído um passadiço de madeira no Parque das Caldas.
A partir de 2017, deu-se continuidade ao processo de alargamento daquele corredor ecológico, através da criação de novas estruturas e equipamentos que, gradualmente, potenciaram a utilização daquele trajeto ribeirinho propicio ao desporto e lazer em comunhão com a natureza.
Com uma intervenção profunda na Pedra Furada, procedeu-se à ligação pedonal entre a zona da Lodeira e o Parque das Caldas, garantindo-se a continuidade do percurso que, após três fases de execução, chegou ao Landre, na freguesia da Bela, espaço em fase de intervenção.
Em paralelo, foram construídos os passadiços de madeira “A Galiza Mail`o Minho”, revelando-se, desde a sua abertura ao público, em 21 de março de 2021, um extraordinário cartão de visita do nosso concelho, sendo muito frequentado pelos munícipes e procurado pelos turistas.
Entre Lapela, na extremidade com Valença, e a freguesia da Bela, o nosso município disponibiliza 12 quilómetros contínuos “pegados” ao rio Minho. Neste trajeto, distinguido como a terceira melhor via verde da Europa, em 2017, existem vários motivos de interesse que tem merecido, ao longo dos anos, rasgados elogios e aplausos pela generalidade das pessoas.
Numa perspetiva de valorização permanente daquele percurso surpreendente e apaixonante, o Município de Monção instalou, recentemente, uma nova sinalética com informações técnicas e quilométricas do percurso, bem como os equipamentos e locais visitáveis nas proximidades. Os painéis alertam, também, para uma utilização segura e sustentável.
A Incubadora Municipal de Viana do Castelo acolheu uma reunião com as cinco entidades que vão apresentar os desafios da edição deste ano do Projeto de Inovação Pedagógica (PIP): Cooperativa Tecnológica de Viana do Castelo, DataColab, SparkIT, Shay Murtagh e Viana STARTS.
O Município de Valença promove, até 9 de novembro, um ciclo de sessões de formação em compostagem doméstica nas várias freguesias do concelho, no âmbito da campanha «Valença Composta».
A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) está a convidar as câmaras municipais e juntas de freguesia do distrito de Viana do Castelo a tornarem-se parceiras oficiais do Desafio Escolar Heróis da Fruta. A adesão é gratuita e pretende reforçar a promoção de hábitos alimentares saudáveis entre as crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo.
No Dia Mundial da Osteoporose, a Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral quer falar de uma doença que raramente dá sinal de si, mas que pode mudar por completo a vida de quem a tem.
Viana do Castelo vai associar-se, no dia 22 de outubro, ao movimento internacional «Shine Green for Phelan-McDermid Syndrome», com iluminação verde para sensibilizar a população para esta doença genética rara do neurodesenvolvimento.
O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou o pagamento de uma indemnização de 7.150 euros a André Azevedo, antigo jogador da Juventude Viana que perdeu a visão do olho direito depois de ter sido atingido por uma bola durante um jogo de hóquei em patins, em janeiro de 2018. O ex-atleta considera o montante insuficiente face às consequências da lesão.
Viana do Castelo foi uma das 60 cidades de 22 países que assinaram o Manifesto de Cork à Ação sobre o Clima e a Saúde, um documento que estabelece compromissos locais para responder aos efeitos das alterações climáticas na saúde das populações.