Os preços das casas em Portugal subiram 13,1% em janeiro face ao mesmo mês de 2025. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 3.047 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, tendo em conta o valor mediano, o que representa um novo máximo histórico, alcançado pelo terceiro mês consecutivo. Em termos trimestrais, os preços aumentaram 2,6%.
Em janeiro de 2026, os preços das casas à venda subiram em 18 das 19 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas. As maiores subidas anuais registaram-se na Guarda (22,2%), Beja (21,9%) e Santarém (21,6%). Seguem-se Viana do Castelo (16,8%), Setúbal (15,7%), Coimbra (14,9%), Aveiro (13,9%) e Braga (13,2%).
Aumentos também expressivos foram observados em Ponta Delgada (12,8%), Faro (11,8%), Funchal (11,3%) e Lisboa (11,2%). Já Castelo Branco (10,4%), Portalegre (10,2%), Leiria (9,9%), Porto (9,3%) e Bragança (7%) apresentaram subidas mais moderadas. Évora registou uma variação anual de 4%. A única descida anual verificou-se em Vila Real, onde os preços recuaram 5,2%.
Lisboa mantém-se como a cidade onde é mais caro comprar casa, com um preço mediano de 6.065 euros/m2. Seguem-se Porto (3.940 euros/m2) e Funchal (3.901 euros/m2).
No quarto e quinto lugares surgem Faro (3.419 euros/m2) e Setúbal (3.005 euros/m2). Logo a seguir posicionam-se Aveiro (2.847 euros/m2), Évora (2.452 euros/m2), Ponta Delgada (2.348 euros/m2), Coimbra (2.282 euros/m2), Viana do Castelo (2.233 euros/m2) e Braga (2.152 euros/m2).
Com valores inferiores a 2.000 euros/m2 surgem Leiria (1.779 euros/m2), Santarém (1.697 euros/m2), Vila Real (1.360 euros/m2), Beja (1.315 euros/m2), Bragança (1.090 euros/m2), Guarda (1.032 euros/m2), Castelo Branco (987 euros/m2) e, por fim, Portalegre (963 euros/m2).
Analisando os dados mais recentes, os preços das casas subiram em todos os 26 distritos e ilhas analisadas. A maior subida anual foi registada na ilha de Porto Santo (41%), destacando-se de forma muito expressiva. Seguem-se a ilha Terceira (24,4%), Guarda (22,3%), Viseu (21,3%), Setúbal (20,9%), ilha de São Jorge (20,7%) e ilha de São Miguel (20,1%).
Com variações igualmente relevantes surgem ainda Castelo Branco (19%), Aveiro (17,9%), Santarém (17,4%), ilha da Madeira (16,4%), Viana do Castelo (15,6%), Faial (15,5%), Leiria (14,7%), Beja (14,2%), Braga (13,9%) e Lisboa (13%).
As subidas mais moderadas observaram-se em Évora (11,8%), Faro (11,2%), Portalegre (10,9%), Coimbra (10%), Porto (9,7%), Vila Real (5,1%), Pico (3,7%) e Bragança (2%). A única situação de estabilidade registou-se na ilha de Santa Maria, com uma variação anual de 0,5%.
No ranking dos preços por metro quadrado, Lisboa lidera como o distrito mais caro para comprar casa, com 4.637 euros/m2, seguida por Faro (3.899 euros/m2), ilha de Porto Santo (3.843 euros/m2), ilha da Madeira (3.760 euros/m2) e Setúbal (3.235 euros/m2). Logo a seguir surge o Porto (2.998 euros/m2) e São Miguel (2.270 euros/m2).
Com valores intermédios posicionam-se Aveiro (2.106 euros/m2), Leiria (1.965 euros/m2), Braga (1.874 euros/m2), Viana do Castelo (1.701 euros/m2), Terceira (1.684 euros/m2), Faial (1.663 euros/m2), Coimbra (1.604 euros/m2), Évora (1.602 euros/m2), Pico (1.600 euros/m2) e Santarém (1.524 euros/m2). Na parte inferior da tabela surgem a ilha de Santa Maria (1.424 euros/m2), ilha de São Jorge (1.391 euros/m2), Beja (1.356 euros/m2), Viseu (1.344 euros/m2), Vila Real (1.100 euros/m2), Castelo Branco (1.046 euros/m2), Bragança (924 euros/m2), Portalegre (913 euros/m2) e, por fim, a Guarda (851 euros/m2).
Nos últimos 12 meses, os preços das casas à venda subiram em todas as regiões do país. A maior subida anual foi registada na Região Autónoma dos Açores (19,8%), seguida do Alentejo (19,2%), da Região Autónoma da Madeira (16,8%), do Centro (15,3%) e da Área Metropolitana de Lisboa (15%). O Algarve apresentou uma valorização anual de 11,2%, enquanto o Norte registou a subida mais moderada (9,6%).
A Área Metropolitana de Lisboa, com um preço mediano de 4.322 euros/m2, continua a ser a região mais cara para comprar casa. Seguem-se o Algarve (3.899 euros/m2) e a Região Autónoma da Madeira (3.761 euros/m2). Logo depois surgem o Norte (2.459 euros/m2), o Alentejo (1.972 euros/m2) e a Região Autónoma dos Açores (1.952 euros/m2). O Centro, com um preço mediano de 1.734 euros/m2, mantém-se como a região mais barata para adquirir habitação.
Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.
Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.
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No distrito de Viana do Castelo, António José Seguro venceu de forma clara a segunda volta das eleições presidenciais, realizadas este domingo, reforçando a vantagem que obteve a nível nacional frente a André Ventura.
A seleção portuguesa de futsal falhou o sonho do tricampeonato europeu, ao perder por 5-3 frente à Espanha na final do Campeonato da Europa, disputada em Liubliana.
Está aberto o concurso público para a concessão do Bar da Lenta, localizado na Praia Fluvial da Lenta, espaço destinado à instalação de um estabelecimento de bebidas com capacidade para 72 pessoas. O prazo para apresentação de propostas decorre até às 16h00 do dia 27 de fevereiro.
A anemia afeta cerca de 2 biliões de pessoas em todo o mundo, sendo mais frequente em crianças, mulheres e idosos. Trata-se de um importante problema de saúde pública, com impacto significativo na qualidade de vida e na saúde geral.
O Grupo Folclórico e Cultural Danças e Cantares de Carreço (GFCDCC) anunciou o falecimento de Tomé Moreira, um dos seus fundadores e figura histórica do grupo.
A Câmara Municipal de Viana do Castelo, através do Gabinete de Coesão Territorial, realizou uma sessão de esclarecimento destinada a todas as Juntas de Freguesia do concelho, com o objetivo de clarificar os procedimentos urbanísticos a adotar em futuras obras.