A Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL) acaba de assinar um acordo de cooperação técnica, científica e cultural com a Associação Brasileira dos Centros de Diálise e Transplante (ABCDT). Este acordo visa fortalecer a colaboração entre as duas entidades, promovendo a partilha de experiência, conhecimento e planos de trabalho, entre Portugal e Brasil, no âmbito da doença renal crónica.
“Esta parceria representa uma oportunidade única para melhorar a prevenção e tratamento da doença renal crónica, tendo por base a troca de boas práticas, entre o nosso país e o Brasil”, explica Sofia Correia de Barros, presidente da direção da ANADIAL.
O acordo inclui a promoção da pesquisa e desenvolvimento de tecnologias relacionadas com a diálise; a realização de encontros, conferências, simpósios e workshops conjuntos para promover o intercâmbio de informações científicas e técnicas; e a colaboração e elaboração de documentos, estudos e recomendações relacionados a doença renal crónica e a diálise.
Para Yussif Ali Mere Júnior, presidente da ABCDT: “Esta colaboração com a associação de centros de diálise de referência em Portugal será extremamente valiosa para melhorar a qualidade de vida dos doentes renais em ambos os países.”
No Brasil existem cerca de 155 mil pessoas com doença renal crónica e mais de 800 clínicas de diálise. De acordo com dados da ABCDT, 87% da oferta de tratamento para os utentes do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil é realizada por meio do atendimento em clínicas particulares convencionadas, na sua maioria representadas pela Associação Brasileira de Centros de Diálise e Transplantes.
Em Portugal existem cerca de 13 mil portugueses com doença renal crónica a realizar hemodiálise. Este tratamento, com grande impacto na vida quotidiana dos doentes, é essencial à sua sobrevivência. No nosso país, mais de 90% dos doentes em hemodiálise realizam os seus tratamentos numa extensa rede de prestadores privados ao abrigo das convenções com o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) registou, no dia 1 de janeiro, o primeiro nascimento de 2026. O bebé, de nome Bryam, nasceu às 00h06, por parto eutócico, apresentando um estado de saúde considerado bom.
Viana do Castelo fechou 2025 em grande destaque no panorama regional e nacional, com a realização do XXVII Congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e o avanço da construção da nova ponte entre Deocriste e Nogueira, marcando um ano de dinamismo político, cultural e económico.
O mês de novembro ficou marcado, em Viana do Castelo e no Alto Minho, por uma forte atividade política, social, ambiental, cultural e desportiva, com destaque para o anúncio da Cidade Desportiva, que prevê a construção de dois novos campos sintéticos e a criação de um Performance Hub da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), afirmando o concelho como polo estratégico do desporto nacional.
Viana do Castelo prepara-se para viver a passagem de ano mais aguardada da região. O New Year 2026, organizado pelo Santa Luzia Futebol Clube em parceria com a Collective, regressa pelo segundo ano consecutivo ao Centro Cultural de Viana do Castelo, prometendo uma noite de música, glamour e experiências exclusivas.
Luís Nobre, candidato do Partido Socialista, garantiu a reeleição para a presidência da Câmara Municipal de Viana do Castelo, alcançando 42,76% dos votos e mantendo cinco lugares no executivo. O resultado assegura a continuidade da equipa do mandato anterior e reforça a presença do PS na governação local.
A Câmara Municipal de Arcos de Valdevez está a reutilizar a madeira dos passadiços danificados da ecovia do rio Vez para substituir as casas abrigo das colónias de gatos do concelho, numa iniciativa que cruza sustentabilidade ambiental e bem-estar animal.
Setembro ficou marcado pelo início de dois grandes projetos que vão transformar a cidade: o novo Mercado Municipal, com obras a arrancar no terreno do antigo prédio Coutinho, e o TuViana, o novo sistema de transportes urbanos 100% elétrico que começou a operar, melhorando a mobilidade no centro histórico, periferia e freguesias.