Foram 65 os Municípios que se inscreveram, em 2024, no Programa Bandeira Verde ECOXXI, coordenado pela Associação Bandeira Azul da Europa. Um programa que pretende incentivar e promover a implementação de políticas e práticas de sustentabilidade local ao nível municipal.

Ponte de Lima, que se candidatou, pela primeira vez, a este galardão, foi um dos 61 Municípios portugueses distinguidos com a Bandeira ECOXXI 2024, um galardão que reconhece anualmente as boas práticas ambientais assim como, as medidas de sustentabilidade adotadas pelas autarquias.
A candidatura anual ao ECOXXI incide sobre 21 indicadores, que procuram reconhecer e valorizar o trabalho realizado pelos municípios e o percurso desenvolvido no sentido da construção de territórios e comunidades mais sustentáveis. O galardão Bandeira Verde ECOXXI é atribuído aos municípios que obtenham um índice igual ou superior a 50% na sua candidatura, em reconhecimento do seu trabalho. Os municípios ECOXXI são municípios mais conhecedores dos seus territórios, mais dinâmicos e mais envolvidos naquilo que são as prioridades e estratégias, tendo em vista a prossecução de um objetivo comum: ser um eco-município.
O resultado de Ponte de Lima traduz as boas práticas desenvolvidas em prol do desenvolvimento “Rumo à Sustentabilidade”, um dos motes deste executivo municipal, sendo de destacar o projeto “Ponte de Lima, Pulmão do Alto Minho” que visa a implementação de “pulmões” de espécies autóctones nas várias freguesias do concelho, envolvendo todas as comunidades com a cooperação e protocolos estabelecidos com Juntas de Freguesia, Associações de Baldios, Agrupamentos de Escolas, Agrupamentos de Escuteiros e Guias de Portugal e Instituições de Apoio a Pessoas com Deficiência, havendo ainda o envolvimento de Instituições de Acolhimento de Seniores e grupos de futebol e/ou privados que se envolveram ativamente no projeto, com o objetivo de tornar o território mais sustentável e resiliente para as gerações vindouras. Para além deste projeto é de destacar todo o trabalho desenvolvido pelos vários serviços municipais no sentido de se comprometerem com o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, nas suas diversas áreas de atuação. Este município apostou ainda em várias publicações sendo de destacar o “Diário da Sustentabilidade – 1 Ação Por Dia A Caminho da Sustentabilidade”, publicação que incentiva todos a praticar uma ação diária a favor da sustentabilidade do planeta e uma “Agenda Escolar” (na sua 3.ª edição), com o objetivo de envolver os jovens na implementação de novos projetos a favor da sustentabilidade do concelho.
O Município de Ponte de Lima, reconhecido como ECOXXI, irá receber uma Bandeira Verde uma medalha e um certificado que atesta a obtenção deste reconhecimento.
A CP – Comboios de Portugal vai reforçar a oferta ferroviária para Viana do Castelo durante a Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
O espaço exterior do Centro Cultural de Portela Susã foi inaugurado este domingo, após uma intervenção apoiada pela Câmara Municipal de Viana do Castelo em 43.500 euros.
O heliporto do Hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo, foi certificado pela Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) para receber operações de emergência médica durante 24 horas por dia.
O programa “Heróis da Fruta”, desenvolvido pela Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) e aplicado em escolas do distrito de Viana do Castelo, recebeu reconhecimento científico internacional pela eficácia na promoção do consumo regular de fruta entre crianças dos 3 aos 11 anos.
A loja Dona Cegonha, em Viana do Castelo, lançou uma coleção de t-shirts dedicada à Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, que decorre entre 15 e 23 de agosto.
A Sala Couto Viana, na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, recebeu esta sexta-feira a apresentação da nova edição da revista “A Falar de Viana”, publicação dedicada à preservação e divulgação da história, da cultura e da identidade do concelho.
O Governo anunciou uma revisão do regime de indemnizações por danos causados pelo lobo-ibérico, alargando as situações abrangidas e eliminando algumas das limitações existentes. As alterações procuram garantir maior justiça aos produtores pecuários e promover a coexistência entre a atividade pastoril e a conservação da espécie.