A Câmara de Ponte da Barca investiu 300 mil euros na renovação e valorização do Museu do Quartzo, situado na freguesia de Vila Chã S. João, onde está exposta uma das maiores pedras de quartzo cristalizada da Península Ibérica.
A Câmara de Ponte da Barca adiantou que a intervenção, agora concluída “teve como objetivo modernizar este importante foco de atração turística do concelho, que se destaca tanto no turismo religioso quanto no cultural”.
A empreitada incluiu a renovação do museu e a requalificação da área envolvente, incluindo o parque de merendas.
A renovação “abrangeu espaços, equipamentos e material expositivo, criando melhores condições para peregrinos e visitantes, quer na perspetiva de culto, quer na de conhecimento e lazer”.
Localizado junto ao Santuário de Nossa Senhora da Paz, em Barral, Vila Chã de S. João, é naquele museu que “se encontra a maior coleção de cristais de quartzo do país, com centenas de exemplares que podem ser vistos tanto no interior do museu assim como no exterior.
O museu guarda “uma das maiores pedras de quartzo cristalizada da Península Ibérica com dois metros e 52 centímetros de comprimento, 1,25 metros de altura e três toneladas de peso.
“Desde maio de 1971, que aquela pedra serve de altar na cripta da capela dedicada à Nossa Senhora que terá aparecido naquele preciso local, nos 10 e 11 de maio de 1917, aparições testemunhadas pelo pastorinho Severino Alves”, refere a nota.
O Museu conta ainda com uma ala dedicada a algum do espólio deixado pelo cónego Avelino de Jesus da Costa, nomeadamente livros, insígnias, medalhas, objetos litúrgicos e coleções artísticas.
Na página oficial da Confraria de Nossa Senhora da Paz na Internet, em 2023, o santuário recebeu cerca de 20 mil visitantes.
O santuário mariano “dá expressão ao pedido de Nossa Senhora, feito a 11 de maio de 1917 e indicado ao pequeno Severino Alves: Diz aos pastores do monte que rezem sempre o terço, que os homens e mulheres cantem a estrela do céu, e se apeguem comigo, que hei de acudir ao mundo e aplacar a guerra”.
A capela de Nossa Senhora da Paz foi erguida em 1969, no local das aparições de 1917 e, desde então, o restante espaço do santuário foi sendo construído, em resposta ao aumento do número de peregrinos.
Para o autarca de Ponte da Barca, Augusto Marinho, citado na nota, a beneficiação do museu proporciona “aos visitantes um maior usufruto deste espaço, junto a um local religioso de culto para muitos peregrinos e que representa a identidade e a história da freguesia”.
O arroz de sarrabulho à moda de Ponte de Lima, recentemente certificado como Especialidade Tradicional Garantida (ETG), continua a ser um motor económico no concelho.
No âmbito das comemorações dos 900 anos da fundação da vila de Ponte de Lima, o Centro de Interpretação do Território (CIT) organiza, no próximo dia 24 de janeiro, às 14h00, um atelier dedicado à confeção artesanal da broa de milho, em forno antigo a lenha.
A Juventude Viana entra em ação esta noite, recebendo o Termas OC às 21h30, no Pavilhão José Natário, em jogo da 13.ª jornada do Campeonato Nacional da II Divisão de hóquei em patins.
O Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) e a SEDES – Associação para o Desenvolvimento Económico e Social assinaram um protocolo de colaboração com o objetivo de reforçar a ligação entre investigação académica, políticas públicas e desenvolvimento sustentável no Alto Minho.
O Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana realizou, esta semana, uma sessão especial no âmbito das suas Oficinas Regulares de Teatro, substituindo o trabalho habitual de palco por um momento de conversa e reflexão entre os participantes.
O futsal feminino do Alto Minho entra hoje na 3.ª eliminatória da Taça de Portugal, com dois jogos de destaque.
Viana do Castelo vai receber, no próximo 19 de fevereiro, uma sessão do ciclo nacional “Tratar o Cancro por Tu”, iniciativa do IPATIMUP – Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto que pretende aproximar cientistas e cidadãos e esclarecer mitos sobre o cancro, uma doença que hoje é cada vez mais controlável. Segundo o investigador Manuel Sobrinho Simões, dois terços das pessoas diagnosticadas com cancro já não morrem da doença.