O Município de Ponte da Barca inaugurou, esta segunda-feira, nos Paços do Concelho, a exposição que pretende assinalar os 50 anos do 25 de abril.

A mostra, destinada a transportar os visitantes às primeiras eleições livres do país, destaca-se pelo uso de uma variedade de materiais político-partidários, incluindo cartazes e outros artefactos utilizados durante as eleições que marcaram o início da democracia em Portugal.
Faz também parte da mostra uma pintura alusiva à temática, da autoria de Sílvia Mota Lopes.

A inauguração contou com dois momentos musicais significativos, com a interpretação de músicas de intervenção pelos professores da Academia de Música de Ponte da Barca, Marisa Taveira e João Pedro Azevedo, além do aluno Gabriel Lopes, que encerrou a sessão com a emblemática “Grândola, Vila Morena”. A música, peça fundamental na memória coletiva da Revolução dos Cravos, acrescentou uma dimensão poética e emotiva à celebração.

Matilde Pimenta, do 5º ano do Agrupamento de Escolas, fez uma contextualização do período desde a criação do Estado Novo até ao 25 de abril de 1974.

Durante a sessão, o Presidente da Câmara de Ponte da Barca, Augusto Marinho, enfatizou que a exposição “não é apenas uma retrospetiva visual das primeiras eleições livres do país, mas também uma oportunidade para as gerações mais jovens compreenderem o significado do 25 de abril”.
O autarca expressou a convicção de que esta iniciativa, juntamente com as demais atividades comemorativas dos 50 anos da Revolução dos Cravos ao longo do ano, que incluirão conferências com personalidades da atualidade e concertos de músicas de intervenção, “servirá como uma lembrança viva do legado dos que lutaram por um país mais livre e justo”.

A mostra permanecerá disponível para visitação até ao dia 2 de fevereiro.
A petição que contesta a interrupção da iluminação pública entre as 03h00 e as 05h00 em Viana do Castelo ultrapassou as mil assinaturas, segundo o promotor da iniciativa, Ricardo Luis. As assinaturas foram enviadas à Câmara Municipal, juntamente com um pedido de audiência ao presidente do Município.
O CHEGA de Viana do Castelo considera “irrealista e irresponsável” a proposta do PSD para construir um novo hospital na cidade. O partido defende que a prioridade deve ser a requalificação, modernização e eventual expansão do Hospital de Santa Luzia.
O PSD de Viana do Castelo quer que se inicie a discussão sobre a construção de um novo hospital distrital para servir o Alto Minho. A proposta foi apresentada na Assembleia Municipal de sexta-feira.
O Município de Ponte de Lima adquiriu cerca de 12 hectares de terrenos à Santa Casa da Misericórdia de Ponte de Lima, situados na Área de Paisagem Protegida Regional das Lagoas de Bertiandos e São Pedro de Arcos.
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