O Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) é parceiro do GASTROTOUR – Unlock the Future of Wine and Cuisine Tourism, um projeto europeu financiado pelo programa Erasmus+ que visa modernizar e qualificar os setores do turismo vínico e gastronómico.

A iniciativa aposta na digitalização, inovação e sustentabilidade para capacitar estudantes, profissionais e empresas, promovendo uma atuação diferenciada no setor.
A participação do IPVC neste consórcio europeu representa uma oportunidade estratégica para desenvolver novas abordagens formativas, fortalecer a ligação entre o ensino e o mercado de trabalho e valorizar o património cultural e alimentar.
Com uma gastronomia rica e variada e um setor vitivinícola de referência, o Alto Minho assume-se como um território privilegiado para a inovação no turismo enogastronómico. O IPVC, com um papel ativo na promoção dos produtos endógenos e dos setores estratégicos da região, reforça o seu compromisso com a sustentabilidade e competitividade do setor ao integrar o GASTROTOUR.
O projeto reúne instituições de ensino superior, entidades turísticas e parceiros do setor vitivinícola e gastronómico de vários países europeus. Através da criação de conteúdos digitais, experiências formativas híbridas e iniciativas inovadoras, o GASTROTOUR pretende potenciar a identidade territorial dos destinos turísticos e preparar o setor para os desafios do futuro.
O Politécnico de Viana do Castelo esteve representado no Kick-off Meeting do GASTROTOUR, realizado em Tbilisi e Telavi, na Geórgia. Durante o encontro, foram definidas “as metas estratégicas, os pacotes de trabalho e as dinâmicas de colaboração entre os parceiros”, explicam os docentes do IPVC, Helena Santos-Rodrigues e Nuno Domingues.
No âmbito do projeto, o IPVC distingue-se pela sua “contribuição académica e pela experiência consolidada em projetos de turismo sustentável e valorização regional”, sublinham os docentes. E acrescentam: “Este projeto pretende reforçar a formação, inovação e internacionalização do turismo vínico e gastronómico, promovendo boas práticas, sustentabilidade e valorização do património cultural e alimentar.”
Com um horizonte temporal de três anos, o GASTROTOUR prevê o desenvolvimento de módulos de ensino inovadores, eventos internacionais e ações que integrem digitalização e sustentabilidade no setor.
A participação do IPVC nesta iniciativa reforça a ligação da instituição ao tecido empresarial e turístico da região, permitindo a implementação de soluções inovadoras que promovam a competitividade e a preservação do património cultural e alimentar do Alto Minho.
O concurso para a concessão da exploração e organização do “Arraial da Romaria” de Nossa Senhora d’Agonia 2026 ficou deserto, depois de não ter sido apresentada qualquer candidatura.
Os D.A.M.A. são o grande destaque da Romaria de São Bartolomeu, que decorre entre 18 e 24 de agosto, em Ponte da Barca. A banda portuguesa sobe ao palco no dia 20, às 23h00, para um concerto de entrada gratuita que deverá atrair milhares de pessoas à vila.
As Festas do Concelho de Valença arrancam na próxima sexta-feira, 7 de agosto, com os concertos dos Sons do Minho e de Sara Correia. A primeira noite contará ainda com as atuações dos DJs Pete Tha Zouk e Pedro Borges.
O NEOPOP 2026 arranca esta quinta-feira, 6 de agosto, junto ao Forte de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, levando novamente à cidade alguns dos principais nomes da música eletrónica.
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) é a única instituição portuguesa a integrar o My Farm, projeto europeu que pretende tornar as explorações agrícolas mais sustentáveis, resilientes e capazes de gerar valor para além da produção de alimentos.
Viana do Castelo liga esta quinta-feira, 6 de agosto, as iluminações da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia. Cerca de 1,5 milhões de pontos de luz, instalados ao longo de 9,8 quilómetros de ruas, vão transformar o ambiente da cidade e anunciar a aproximação das festas.
A Comissão Concelhia de Viana do Castelo do PCP acusa o Governo de agravar a crise da habitação e de dirigir uma “autêntica declaração de guerra aos inquilinos”, numa altura em que a cidade registou a maior subida homóloga das rendas entre as capitais de distrito portuguesas.