O PCP vai assinalar, esta sexta-feira, 10 de novembro, o 110º aniversário do nascimento de Álvaro Cunhal, em Viana do Castelo.
O Partido Comunista Português realiza, às 18h00, a sessão “O Comunismo hoje e amanhã – A atualidade do legado de Álvaro Cunhal”, na SIRSA, Sociedade de Instrução, de Recreio e Social Areosense, na freguesia de Areosa, com a presença de Paulo Raimundo, Secretário-Geral do PCP.

Na sessão será ainda possível adquirir, entre outras obras, o recém lançado VII Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal, editado pelas Edições Avante!, em que se poderá consultar “A Revolução Portuguesa – O Passado e o Futuro” e outros artigos, entrevistas à comunicação social (nacional e estrangeira) e discursos em comícios e iniciativas do PCP.
Recorde-se que há 30 anos, Álvaro Cunhal participou numa conferência, em Ponte da Barca, sob o tema “O Comunismo hoje e amanhã”. 30 anos depois, por ocasião dos 110 anos do seu nascimento, o PCP realiza uma sessão evocativa da atualidade do seu legado.
Álvaro Cunhal nasceu em Coimbra a 10 de novembro de 1913, na freguesia da Sé Nova. Era o terceiro de quatro irmãos. A família mudou-se para Seia quando Cunhal tinha três anos. Aí, não frequenta a escola primária, dada a violência dos professores, e passa a estudar no próprio lar com o pai, que era advogado e escritor, e desde 1918 exercia o cargo de administrador do concelho.
Após mudar-se para Lisboa em 1924, fez o exame de admissão ao Liceu Pedro Nunes. Em 1929, transferiu-se para o Liceu Camões. Jogava futebol como ponta-direita, xadrez, damas, cartas, e praticava atletismo, além de tomar parte da publicação de livros infantis. O que ganhou do atletismo ser-lhe-ia útil ao passar à clandestinidade, pois tinha de percorrer milhares de quilómetros de bicicleta para falar com pessoas do partido.
Acabou o liceu com uma média de 13 valores, e entrou na Universidade de Lisboa, no curso de Direito em 1931, pouco após dos dezoito anos. Aqui tem o primeiro contacto com o Marxismo, e um contacto paulatino com o Partido Comunista Português (PCP) através de livros e jornais. No PCP, teve como principal referência política e mentor Bento Gonçalves.
Cunhal declara-se comunista aos dezassete anos, e contacta o PCP através das organizações periféricas por volta de 1931.A sua entrada formal no Partido deu-se nos finais de 1932, através da ala jovem do PCP recentemente criada — a Federação das Juventudes Comunistas Portuguesas (FJCP) — ao qual chegou a secretário-geral em 1935, com 21 anos, utilizando o pseudónimo Daniel. Envolveu-se também numa intensa atividade em outros organismos e organizações periféricas do Partido, como o Socorro Vermelho Internacional, a Liga Portuguesa contra a Guerra e o Fascismo, os Grupos de Defesa Académica, a Liga dos Amigos da União Soviética e por fim a Federação das Juventudes Comunistas, através da qual seria convidado a filiar-se no PCP em outubro de 1934.
Faleceu em 13 de junho de 2005, em Lisboa. Na data do seu funeral, 15 de junho, recebe honras de Estado e é decretado luto nacional. Mais de 250 000 pessoas participam no cortejo fúnebre, que inclui homenagens do Presidente da República, Jorge Sampaio e Fidel Castro. Por sua vontade, o corpo foi cremado no Cemitério do Alto de São João, ao som da Internacional Socialista e do Hino Nacional.

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